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PSD Seixal considera ‘um logro’ a saída de Joaquim Santos da gestão da Câmara Municipal

O PSD Seixal reagiu esta quinta-feira ao anúncio que Joaquim Santos, actual presidente da Câmara Municipal do Seixal fez ontem, de que iria deixar o cargo, que passará a ser ocupado pelo vice-presidente Paulo Silva, conforme noticiou o Diário do Distrito.

Num comunicado intitulado ‘O Logro’, o PSD Seixal manifesta «o seu veemente repúdio com o processo de ‘substituição’ do Presidente da Câmara do Seixal que se encontra em curso».


Consideram os eleitos social-democratas que «as eleições autárquicas realizaram-se há menos de um ano, mas já se sabe há meses, que o ainda Presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos, irá renunciar ao mandato.

O que não se sabe, ainda, é se a renúncia é voluntária e por vontade do próprio, ou se forçada pelo PCP. Certo é que este processo se tornou numa autêntica ‘novela’ repleta de truques, expedientes, anúncios e desmentidos, que visaram e visam, unicamente e de forma deliberada, enganar os munícipes e os autarcas.»

No comunicado, o PSD Seixal recorda que «ainda ontem, 10 de agosto, o vereador do Partido Social Democrata, Bruno Vasconcelos, questionou o ainda Presidente da Câmara de forma objectiva sobre a sua renúncia e este teve a veleidade de responder e afirmar que continuaria no cargo.

Esta postura lamentável para com os munícipes e para com os autarcas, que merecem o respeito que não lhes foi concedido, atingiu o seu ponto alto, quando depois destes desmentidos, o próprio, teve a veleidade de publicar um vídeo nas redes sociais do Município do Seixal onde afirmou que, afinal, iria sair do cargo, confirmando por fim aquilo que já havia sido amplamente difundido por toda a comunicação social e, inclusive, confirmado pelo próprio PCP.»

O PSD Seixal considera que «através deste triste processo, pode-se concluir que o PCP premeditou esta renúncia e esta substituição ainda antes das eleições autárquicas de 2021 com o intuito claro de ludibriar os eleitores, apresentando candidatos, não para os 4 anos do mandato, mas apenas para completarem o tempo que o partido considerou necessário para operar às substituições dos cabeças-de-lista eleitos no quadro do seu exclusivo interesse.

O PCP é, na verdade, useiro e vezeiro nestas práticas. Recorde-se que o eleito Presidente da União das Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, António Santos, havia renunciado, também ele, ao cargo.»

E, em jeito de futorologia, o PSD Seixal considera que «avizinha-se igual destino em relação ao Presidente da Junta de Freguesia de Amora, Manuel Araújo, à semelhança do que já havia sucedido noutros mandatos.

O PSD não deixará de denunciar aquilo que considera ser uma prática tacticista, manhosa e ardilosa do PCP, com o objectivo de enganar os munícipes do Concelho do Seixal.»


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