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Violência sobre médicos leva SIM a exigir acção da Procuradora Geral da República

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O Sindicado Independente dos Médicos contactou por carta a Procuradora Geral da República para a interpelar a tomar medidas nos casos de «violência de que são repetidamente alvo os profissionais da Saúde» e ainda perante «a inactividade aparente da PGR face a estes crimes públicos, com o seráfico silêncio da Ministra da Saúde».

Depois de ter publicamente condenado as agressões que tiveram lugar no Hospital de Setúbal contra uma médica na madrugada de 27 de dezembro, conforme o Diário do Distrito noticiou, o SIM relembra que já ocorreram mais de seiscentos casos de agressões em 2019 contra profissionais de saúde em estabelecimentos do SNS.

O Secretário Geral do Sindicato, que assina o documento, frisa ainda que «a mera atitude de singelamente se obter a identificação policial de quem ofende com tal grau, propósito e intensidade, não gera o limiar mínimo de confiança no universo das vítimas consumadas e das que o temem poder vir a ser».

Por isso o SIM apela a que «na parte que legalmente cumpre ao Ministério Público assegurar, neste como em todos os muitos outros inquéritos criminais análogos, se determinem e prossigam os actos de investigação que, com eficácia e presteza, conduzam ao mais célere e esclarecedor andamento processual até final, assim restaurando um módico de confiança naqueles que dão o seu melhor nos relevantes serviços que prestam, entre os quais se contam, inquestionavelmente, os trabalhadores médicos do nosso SNS».


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