TIR e proibição de contactos aplicados a mulher que raptou bebé em Almada

Apresentações periódicas, termo de identidade e residência e a proibição de contacto com a criança e instituição, foram as medidas aplicadas pelo Tribunal de Almada à mãe que raptou um bebé de uma instituição em Almada.

DIÁRIO IMAGEM
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Apresentações periódicas, termo de identidade e residência e a proibição de contacto com a criança e instituição, foram as medidas aplicadas pelo Tribunal de Almada à mãe que raptou um bebé de uma instituição em Almada.

A mulher foi apresentada a primeiro interrogatório judicial pelo Ministério Público, indiciada pela prática de 1 crime de rapto.

A arguida é suspeita de, no passado dia 17 de setembro, pelas 17h45, ter-se dirigido a um Centro de Acolhimento em Almada, onde estava provisoriamente acolhido o seu filho e o ter raptado.

À criança, nascida em julho de 2018, tinha-lhe sido aplicada, em 6 de março de 2019 e por decisão judicial ainda não transitada em julgado, medida de confiança judicial com vista a futura adoção, ficando a arguida e o outro progenitor inibidos do exercício das responsabilidades parentais.

Ao chegar ao Centro de Acolhimento, a arguida enquanto conversava com a psicóloga da instituição, empurrou-a, por forma a retirar o menor daquele local, colocando-se de imediato em fuga, levando-o para parte incerta, vindo o mesmo a ser encontrado, horas mais tarde, no Hospital da Estefânia em Lisboa.

O Ministério Público requereu e o juiz de instrução aplicou à arguida as medidas de coação de Termo de Identidade e Residência, apresentações periódicas quinzenais bem como a proibição de contactos com o menor e com as pessoas que trabalham na Instituição em apreço.

A investigação prossegue sob direção do Ministério Público de Almada do DIAP da Comarca de Lisboa, com a coadjuvação da PSP de Almada.

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