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«Se o primeiro-ministro ‘puxou as orelhas’ à ministra lá teria razão»

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Quem o admitiu foi Marta Temido, ministra da Saúde, sobre a atitude que António Costa teve durante a reunião no Infarmed, onde também esteve Marcelo Rebelo de Sousa, e que terminou abruptamente.

A questão foi colocada durante a conferência de imprensa da DGS, que agora decorre três vezes por semana, com Marta Temido a usar “um pouco de humor” e a responder que “se o primeiro-ministro ‘puxou as orelhas’ à ministra teria certamente razão”.

Depois disso, Marta Temido voltou a frisar a necessidade de “nos reconcentrarmos no que é essencial. Todos estamos muito cansados e gostaríamos de voltar a página da covid-19 e por isso é natural que se perca alguma da tranquilidade e nos interroguemos se tudo está a evoluir no melhor sentido.”

A ministra da Saúde recordou que “estamos a lidar com uma doença infectocontagiosa, com uma infectabilidade muito elevada, sobretudo em zonas com mais contactos, sendo essa a explicação para o que se passa em zonas como Lisboa e Vale do Tejo.

Estamos a ter dificuldade em quebrar as cadeias de transmissão que estão particularmente insistentes, mas vamos continuar a trabalhar para quebrar essas cadeias de transmissão”.

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