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MONTIJO – Aeroporto na BA6 discutido em reunião camarária

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A primeira reunião camarária de 2019 iniciou-se com a intervenção do vereador Carlos Almeida (CDU) que alertou o executivo para “uma história que corre no Montijo de que o posto dos CTT da Avenida 25 de Abril podem vir a encerrar em Março deste ano”, ao que Nuno Canta respondeu “não ter qualquer informação mas irei tentar perceber se há alguma verdade nisso” recordando ainda que “há cerca de dois anos surgiu a mesma história, que depois se veio provar infundada”.

O vereador comunista prosseguiu com uma declaração política criticando a decisão do novo aeroporto na BA6, a pressão sobre a sua construção sem Estudo de Impacto Ambiental, a falta de transparência do Governo pelas despesas e defendendo a construção deste equipamento em Canha.

Sobre o mesmo tema Nuno Canta leu uma declaração política, louvando a cerimónia de assinatura do acordo de financiamento que teve lugar ontem na BA6, “que marca um novo tempo no Montijo, marcante para o país, a região e o país” e informou depois que se mantém a equipa da Comissão de Festas de S. Pedro.

“A CDU mantém há vários meses uma posição sobre o aeroporto que é um erro histórico da interpretação dos interesses do Montijo e dos munícipes. É um equívoco porque se insiste no crime ambiental, que o investimento é feito violando normas legais, quando só será feito se estiverem preenchidos os requisitos legais” referiu o vereador Ricardo Bernardes (PS), considerando a posição da CDU como “um logro político até pela opção que apresentam do campo de tiro de Alcochete, que não está sequer em cima da mesa para discussão”.

A isto Carlos Almeida considerou que “há um embuste porque se veio dizer que o que seria importante era o interesse regional, mas depois vieram dizer que esta era a solução possível por ser a mais barata. Então mas não é a ANA que vai investir? Ainda no tempo do Governo de José Sócrates ficou definido que esta entidade ficava obrigada a construir um novo aeroporto, e não o aeroporto que quer”, acrescendo questões ligadas à criação de empregos, ambientais e de desenvolvimento económico. “Ouvir dizer o presidente que aeroporto vai melhorar o ambiente é um insulto aos montijenses”.

A isto Nuno Canta respondeu que “os benefícios ambientais não têm a ver com os aviões no ar mas sim outros aspectos como a preservação das salinas que exigimos no caderno de encargos relativo ao aeroporto. Mas esquece-se que se o aeroporto fosse para o Campo de Tiro de Alcochete, seria destruída uma floresta. Este aeroporto será tecnológica e ambientalmente avançado. Já foram discutidas outras soluções, até Rio Frio, porque este é um tema discutido há cinquenta anos.”

Sobre a posição da CDU, o edil considerou que “essa visão derrotista para o Montijo para mim é que é um insulto e será reflectida nas urnas nas próximas eleições.

Considerar este aeroporto como um apeadeiro ou uma trotinete, vindo de alguém que não é do Montijo, é uma enorme falta de respeito. E os montijenses estão em oposição a esse discurso. Não é isto que devemos discutir na Câmara Municipal, mas antes soluções para a construção de um futuro colectivo e para isso conto com todos os eleitos.”

Na sua intervenção, a vereadora Sara Ferreira (PS) fez um balanço positivo da iniciativa ‘Natal com Arte’.

 


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