Política

Líder da JP alvo de insultos e ameaças por criar abaixo-assinado contra Festa do Avante!

Francisco Mota, presidente da Juventude Popular (JP), tem sido alvo de insultos e ameaças por ter criado um abaixo-assinado contra a realização da Festa do Avante!

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Francisco Mota, presidente da Juventude Popular (JP), organização dos jovens do CDS-PP, disse hoje que tem sido alvo de insultos e ameaças desde que lançou um abaixo-assinado contra a realização da Festa do Avante!, e admite apresentar queixa.

Numa nota publicada no seu perfil, Francisco Mota refere que tem recebido insultos como «fascista, ameaças de todo o tipo, insultos baratos, considerações pessoais de pessoas que nem me conhecem, uns publico outros privados tem sido o meu dia a dia após ter defendido a não autorização da Festa do Avante!».

O presidente da JP acrescenta que «enquanto presidente da Juventude Popular iniciei um abaixo assinado para ir entregar ao Primeiro ministro António Costa, porque acredito que será de uma gravidade sem precedentes, se a coberto de uma manifestação política for permitido fazer aquilo que não é admitido a milhares e milhares de portugueses e a centenas de empresários e de artistas.»

Firme na sua convicção, Francisco Mota garante que «por mais que a extrema esquerda nos ameace, não vergaremos ao poder instalado e à ditadura de opinião que vivemos actualmente em Portugal.

Por mais que procurem condicionar a nossa liberdade; Por mais ameaças que façam; seremos sempre um tampão aos extremismos, de esquerda e de direita, mas não e pelos primeiros estarem estadizados que devem ser normalizados num estado de direito.

Não vamos desistir de Portugal e daquilo que acreditamos, porque numa hora destas não podem existir portugueses de primeira e portugueses de segunda, pelo que esperamos que o governo saiba neste difícil momento agir com total rigor e com toda a isenção e imparcialidade.»

O documento conta hoje com 4.742 subscritores e estará disponível para ser assinado até duas semanas antes da festa, altura em que Francisco Mota quer entregá-lo ao primeiro-ministro.

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