Comissões de utentes de Saúde contactou ministra sobre situação no HGO

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As Comissões de Utentes da Saúde do Concelho do Seixal e do Concelho de Almada enviaram um email à ministra da Saúde demonstrando a preocupação relativa ao risco de degradação dos serviços do Hospital Garcia de Orta, sobretudo depois do anúncio feito pelo SIM da possibilidade de encerramento nocturno da Urgência Ginecológica / Obstétrica, conforme o Diário do Distrito noticiou.

«Nas  reuniões  que  encetamos  com  a  Senhora  Ministra  em  finais  do  ano  passado,  além  da  degradação progressiva da Urgência Pediátrica do Hospital Garcia de Orta, que culminou no encerramento temporário do seu  serviço  noturno,  foram  ainda  abordados  alguns  constrangimentos  no  funcionamento  de  alguns  serviços desta unidade hospitalar e da necessidade de afetação de mais meios financeiros e humanos para a eficácia do seu desempenho.

Ao   longo  destes  últimos  meses,  têm  chegado  ao  nosso  conhecimento  notícias  preocupantes  sobre   a inoperacionalidade  e  incapacidade  de  alguns  serviços,  bem  como  um  crescendo  de  conflitualidade  entre  os serviços e o Conselho de Administração, em particular com a Direcção Clínica, com acusações graves quanto à qualidade e competência das orientações desta emanadas.

O  serviço  de  Ginecologia/ Obstetrícia  foi  um  dos  casos  reportados.  Sendo este  um  serviço emblemático  e  de referência  no  historial  do HGO,  atingiu  em  pouco tempo  um  ponto  de  rutura que  opõe  a  chefia  do  serviço à direção clínica e agora, solidariamente, a toda a equipa.

Tal facto levou à implementação de um plano de contingência, com o encerramento noturno deste serviço.

Na  madrugada  de  8  de  julho  uma  utente  em  trabalho  de  parto  encontrou  o  serviço  encerrado, sendo transferida para o Centro Hospitalar do Barreiro, já que a Maternidade Alfredo da Costa se encontrava lotada. Nunca este Hospital conheceu dias tão negros, que preocupam e intranquilizam todos quantos a ele recorrem.»

As Comissões consideram que «algo de profundamente anormal se passa no HGO» e por isso solicitaram à ministra «a urgência da intervenção» e serem informados «das diligências a ser tomadas».

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