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SIM preocupado por possível encerramento do serviço de obstretícia do HGO

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O Sindicato Independente dos Médicos-SIM manifestou a sua «profunda preocupação» pelo facto de a Maternidade do Hospital Garcia de Orta (HGO) estar em contingência nas próximas semanas e em risco de vir a encerrar durante a noite, por falta de médicos.

Num comunicado, o SIM acrescenta ainda que «neste momento em que muitas das maternidades de Lisboa e Vale do Tejo, estão nos seus limites e, por vezes também em contingência».

Para o SIM a situação fica a dever-se à «inação do Conselho de Administração (CA) do HGO cuja única preocupação é criar dificuldades ao trabalho do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia, muito desfalcado e pressionado pelas centenas de milhares de pessoas a que tem de responder.

Nenhuma das solicitações e medidas de reestruturação da era COVID, na tentativa de reabertura pós-estado de emergência, foram atendidas.

Ao invés foram tomadas medidas sem o conhecimento ou a participação dos elementos do serviço, descredibilizando o seu papel, a sua acção e a sua capacidade de trabalho, pondo muitas vezes em causa a segurança dos profissionais e dos utentes.»

Para o SIM «está instalada a instabilidade na maternidade do HGO, sendo que se encontra em contingência desde há alguns dias correndo sérios riscos de fechar o atendimento ao exterior» e o sindicato exige «que se tomem medidas para evitar a destruição do serviço tal como ocorreu com a pediatria encerrada à noite, há um ano».

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