Começaram as birras dos novos partidos!

Esta semana falo-vos das birras que tem acontecido no Parlamento com os novos deputados a fazerem birra por tudo e por nada.

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Se a Assembleia da República já era o que era, onde na tal dita casa da Democracia, mais não era que um grande centro de desempregados e reformados que tirava e tira o seu chorudo ordenado, sendo que com o povo poucos ou nenhuns se preocupam, mesmo propagando a palavra do senhor, não o da Igreja, mas sim do senhor deputado, que está ali é pelo povo e para o povo.

Eis senão quando na passada sexta-feira assistimos ao descambar da Democracia na sua real casa. Tivemos um assessor que se apresentou de saias, nada contra, mas pelo menos um pouco de apresentação se pede aos senhores eleitos, porque já nos bastou vários anos de circo para termos o topo do topo dos circos.

Mas referia-me eu ao senhor das saias, que num primeiro momento até pensávamos que era um padre de uma qualquer congregação, mas afinal era Rafael Martins, o assessor da deputada do Livre, aquela senhora que só gagueja em curtos espaços horários, e em determinadas situações, mas a quem ainda podemos dar o benefício da dúvida sobre como decorrerá a sua legislatura.

Depois deparamo-nos com um birrento chamado, André Ventura, que pelos vistos confundiu jornalistas e funcionários nos corredores do Parlamento como apoiantes, pois o novo deputado do CHEGA afirmou que foram bem “recebidos pelos populares”, ah pois, tem razão, funcionários e jornalistas também votam, mas será que votaram no CHEGA? Aqui fico com uma dúvida tremenda.

Mas André Ventura protagonizou outro momento de birra: Foi o caso da cadeira, “Não tenho espaço aqui pah”, com a nova deputada do CDS-PP a dizer “Em nada posso ajudar”, tal não foi a briga com a cadeira e com o assento, que André Ventura entrou em birra crónica e não vai hoje à tomada de posse do novo Governo, birra essa que é acrescida do facto do reeleito presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, não ter dado voz ao novos partidos com representação na Assembleia da República, mas também os mais pequenos.

É caso para se dizer que o Circo Republicano está montado!

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