Montijo

MONTIJO – PS aprovou orçamento de 32M€

O Orçamento para 2019 foi aprovado com os votos favoráveis do PS, os votos contra do PSD e a abstenção da CDU, na reunião camarária desta semana, “um Orçamento que reflecte as escolhas políticas dos autarcas socialistas e que foram apresentadas no nosso plano de campanha” segundo Nuno Canta, e que tem um orçamento de 32, 109 milhões de euros.

O presidente destacou ainda algumas das obras previstas e apostas deste orçamento “como a integração do Orçamento Participativo nas escolas; as melhorias nos espaços públicos nas zonas rurais e na cidade, bem como a melhoria dos serviços urbanos; ampliação do canil/gatil e programa de esterilização; prioridade nas actividades da escola pública e aumento do parque escolar; investimento na cultura, memória e património, com reabilitação urbana do centro histórico do Montijo; apoio do movimento associativo, festas e Carnaval; investimento de mais de 800 mil euros em 2018 e mais de um milhão de euros para 2019 para reforçar os transportes públicos; garantir o direito à habitação social e melhoria da eficiência energética; o reforço e intervenção em equipamentos municipais desportivos e apoio às Freguesias na melhoria dos parques infantis.

Apoios ainda para a saúde, com cedências de instalações para serviços e instituições diversas de solidariedade social, mais ambulâncias para os Bombeiros de Canha e do Montijo, e manteremos o apoio à construção do novo Centro de Saúde no Montijo.”

O vereador João Afonso (PSD) apresentou uma declaração política onde “considera este um orçamento de tapa-buracos, sem responder concretamente aos desafios que o Montijo se prepara para receber”, e apresentou uma lista de propostas que o PSD considera serem essenciais à população e não contemplados neste Orçamento.

Por sua vez, o vereador da CDU, Carlos Almeida lamentou que “apesar de terem sido chamados a discutir o documento todos os partidos com assento na Assembleia Municipal, apenas as propostas do partido na maioria foram consideradas”, tecendo também críticas a estas “porque não representam os passos que o município necessita para o seu salto em frente, e mantêm-no de costas voltadas para o rio”.

Foi ainda aprovada a taxa de Derrama “com a qual vamos seguir a linha dos impostos municipais, mantendo isenção para as micro-empresas e aplicando o máximo para as grandes empresas”, que contou com os votos a favor do PS e da CDU e abstenção do PSD.

Relativamente à devolução do IRS, foi aprovada a devolução de 1 por cento, “que reduz em meio milhão de euros o que a Câmara Municipal recebe anualmente, mas também beneficia mais as famílias com mais necessidades” explicou Nuno Canta. A proposta foi aprovada com os votos favoráveis do PS, os votos contra da CDU e a abstenção do PSD.

O executivo do PS aprovou ainda o valor do Imposto Municipal sobre Imóveis que se mantém em 0,40 por cento, e a manutenção do IMI Familiar, “cerca de 180 mil euros de benefícios para as mais de cinco mil famílias abrangidas no concelho” referiu Nuno Canta. A proposta teve os votos a favor do PS, contra da CDU e a abstenção do PSD.



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