Crime

Tribunal da Relação pede julgamento da jovem que atraiu Mota JR para a morte

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O Ministério Público defende a tese de que Catarina Sanches, de 23 anos, foi utilizada como ‘isco’ para atrair Mota JR para junto dos criminosos que lhe ceifaram a vida.

A jovem estava a ser julgada por roubo, mas o juiz de instrução, do Tribunal da Relação de Lisboa, peonouciou-a no crime de homicídio qualificado.

O Ministério Público diz que a arguida “teve um papel na execução do crime de homicídio” e os desembargadores juntaram Catarina ao rol dos acusados de homicídio em coautoria com João Luizo, Édi Barreiros e Fábio Martins.

“Podemos retirar a conclusão de que na perspetiva do MP contida na acusação (se isso se prova ou não é matéria a apurar no momento próprio, em julgamento) a arguida ‘alinhou’ concertadamente (servindo de ‘isco’) para a colocação da vítima no local adequado para o assalto, no plano e circunstâncias deste (superioridade numérica e uso de arma de fogo), com os restantes três arguidos e que lhe é imputado, também, face àquelas circunstâncias e modo de comparticipação e ação criminosa, que a arguida admitiu que a morte seria provável”, cita o acórdão da Relação de Lisboa publicado pelo CM.

Levando assim, os juízes desembargadores, a considerarem “que a imputação por homicídio qualificado em coautoria material foi adequada em face da descrição feita”.


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