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Surto de covid19 nos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa causou absentismo

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A Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações – Fectrans emitiu um comunicado no qual pretende ‘repopr a verdade dos factos’ acerca de uma notícia publicada pelo jornal ‘Público’.

Na nota publicada esta sexta-feira, a FECTRANS indica que «as organizações de trabalhadores do ML – Metropolitano de Lisboa (STRUP / FECTRANS – STTM – CT do ML), emitiram o seguinte esclarecimento:

Tivemos conhecimento, de um artigo do Jornal o Público datado de 27 do corrente mês, que cita declarações do MAI, nomeadamente que as dificuldades na oferta se devem ao absentismo dos maquinistas.

Lamentamos profundamente, que não tenham primeiro tentado junto das Organizações dos Trabalhadores, fazer o contraponto a esta informação, admitindo à priori que esses trabalhadores não cumprem com os seus deveres de assiduidade.»

No seguimento do comunicado, esclarecem que «o absentismo dos trabalhadores maquinistas aumentou, desde o início da situação pandémica, como consequência do aumento do número de infectados com SARS COVID 19, ou em isolamento profiláctico.

Tal situação resulta da ausência de medidas concretas de protecção dos seus profissionais, por Parte da Empresa, para fazer face às situações de risco acrescido por parte dos profissionais da Empresa que cumprem serviços essenciais, apesar dos inúmeros esforços e propostas que as ORT’s têm vindo a apresentar à Administração da Empresa.»

Neste momento, referem «só na Linha Amarela onde muito recentemente foi detectado um surto em contexto laboral, temos 27 trabalhadores infectados com COVID e mais 7 em isolamento profiláctico, num universo de 70».

As ORT’s têm vindo «a alertar a Administração de que a ausência de medidas concretas de protecção dos trabalhadores pode implicar, além de graves problemas de saúde para os seus profissionais, a manutenção do serviço público de transporte da cidade de Lisboa e da sua Área Metropolitana.»

Reforçam ainda que «os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, desde a primeira hora têm sido o garante da prestação do serviço público de transporte, pelo seu empenho e profissionalismo, pelo que não podemos aceitar que recaiam sobre eles, responsabilidades completamente infundadas».

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