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Economia

Sindicato denuncia que há motoristas TVDE a trabalharem 15 a 17 horas por dia

O sindicato dos motoristas da TVDE afirmou à TSF que há motoristas a trabalharem 15 a 17 horas por dia, para conseguirem compensar os cortes nos prelos das viagens das plataformas.

Os motoristas querem uma tarifa mínima nos prelos para evitar o esmagamento, uma vez que com a pandemia as plataformas cortaram o preço pela metade para responder à crise e à falta de clientes, explicou o dirigente do sindicato, António Fernandes, à TSF.


“É ridículo estes preços. É estar a gozar um pouco com o nosso trabalho. Há muitos clientes que não percebem como conseguimos sobreviver com estes preços que já incluem a comissão das plataformas. Há muitos motoristas que se sujeitam a trabalhar 15, 16, 17 horas para conseguir pôr o pão na mesa”, adianta.

Explica ainda que “para nós o mais importante é uma tarifa mínima, uma tarifa de referência, para que esta atividade de TVDE (Transporte Individual e Remunerado de Passageiros em Veículos Descaracterizados a partir de Plataforma Eletrónica) seja sustentável, quer para as empresas quer para nós motoristas”.

Um motorista dá como exemplo uma viagem de 10 quilómetros em que antes ganhava 6-7 euros e hoje pode chegar aos três euros, já a comissão da plataforma continua a mesma nos 25%.


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