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SIM critica PSP e ministra da Saúde após agressão a médica no Hospital de Loures

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O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) solidariza-se com a médica agredida no Serviço de Urgência do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, refere a entidade em comunicado.

O SIM lamenta ainda que «mais uma vez a PSP apenas procedeu à identificação do suspeito, não tendo procedido – como devia ter procedido – à detenção imediata do mesmo por se tratar de uma situação de flagrante delito» e também que «lamentavelmente, o Ministério da Saúde continua sem nada fazer para defender os médicos e cessar a impunidade dos agressores».

Perante a nova agressão perpetrada contra um profissional de Saúde, o SIM exige medidas concretas, que passam pelo «impedimento permanente de entrar na unidade de saúde onde praticou agressão, após análise da situação pela entidade empregadora no prazo máximo de sete dias; exclusão imediata – obrigatoriamente no próprio dia da consulta do médico hospitalar agredido da lista do médico de família agredido; sinalização permanente no sistema informático de que o utente é ou foi utente agressor; obrigatoriedade de acompanhamento por agente de autoridade aquando da prestação de cuidados médicos, durante período de tempo a definir».

Além destas medidas, o SIM entende que deve ser aplicada uma subvenção pelos Ministérios da Saúde e da Administração Interna da frequência pelos médicos do SNS de ações de formação de defesa pessoal.


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