SEIXAL – Autarquia assume “caos” no transporte fluvial no Tejo

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O presidente da Câmara Municipal do Seixal pediu ao Governo que cumpra as promessas feitas em relação à Transtejo e Soflusa.

Joaquim Santos esteve reunido esta terça-feira com o ministro do Ambiente e da Transição Energética,  João Pedro Matos Fernandes, e referiu, em comunicado à agência Lusa, que se mantém o “caos no transporte fluvial”, apesar dos esforços da autarquia.

O autarca disse que o Governo tinha prometido um investimento de 10 milhões de euros para a manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa, mas que esse investimento não ficou contemplado no orçamento para 2019.

Esta falta de confiabilidade do transporte público, para Joaquim Santos, “afasta os munícipes”, quando a utilização desses meios deveria ser “a primeira solução” para quem se desloca na Área Metropolitana de Lisboa.

A Transtejo assegura ligações fluviais entre o Seixal, Montijo, Cacilhas e Lisboa, enquanto a Soflusa liga o Barreiro à capital. Joaquim Santos destacou o investimento dos municípios no passe social que, no caso do Seixal, são cerca de dois milhões de euros por ano.

Na semana passada, foi aprovado um plano de renovação da frota de navios, com a compra de dez barcos. Esta medida foi saudada pelo presidente da Associação de Municípios de Setúbal, Rui Garcia, que lamentou, no entanto, tratar-se de uma “recuperação muito lenta”, uma vez que ” a perspetiva do Governo é uma entrega de barcos que se vai prolongar ao longo de cinco, seis anos”.

Os novos catamarãs terão capacidade para transportar até 500 pessoas e serão movidos a gás natural. Esta medida vai levar a uma descida de mais de 5 mil toneladas de dióxido de carbono emitido por ano.

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