Requalificação dos pátios discutida na reunião do executivo montijense

Ainda antes da ordem de trabalhos, o edil montijense criticou a intervenção de João Afonso sobre a intervenção da câmara nos pátios, que “são privados e terão que ser os proprietários a intervir”, aproveitando “os apoios e isenções dados pela autarquia”.

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João Afonso acusa a câmara do Montijo de não “ter uma política de requalificação e dignificação urbana para as dezenas de pátios na cidade”, onde “só o investimento privado tem apostado na reabilitação”.

O presidente Nuno Canta começou por lembrar que os pátios são privados e “tenho que desmontar a ideia errada, desinformada e até ignorante que certos vereadores da oposição têm”.

Nuno Canta lembra que a câmara “já está a ajudar os proprietários para resolver o problema dando benefícios fiscais a quem queiram reabilitar as casas” existentes nos pátios. Mas lembra “tudo terá que ser feito em articulação com os privados e com as instituições públicas” e “é assim que a nossa reabilitação está pensada”. O presidente montijense lembrou “a aposta na habitação a custos controlados, uma lei criada pelo PS, que iremos adaptar no Montijo”. E destacou que “o Montijo é o município da região com maior número de habitações sociais face ao número da população” e “só por ignorância é que o vereador (João Afonso) pode dizer que não se tem feito nada”.

Também o vereador Ricardo Bernardes explicou ao social democrata que “nunca me verá aqui a não dizer verdades”, porque “nunca enganaremos as pessoas prometendo fazer o que não temos competências para fazer”, porque isso “é ludibriar os cidadãos e nós não o fazemos”.

A estratégia da habitação, lembrou “passa por uma intervenção que defenda os moradores do Montijo”.

A câmara, reafirmou Nuno Canta, “não pode intervir nos pátios, que são privados e que têm um enquadramento legal e é muito grave que um vereador com formação jurídica desconheça estes assuntos” e conclui “a violação dos princípios legais é o pior que há na política”, pois “não podemos fugir ao princípio da legalidade e só mostra o seu carácter de querer enganar as pessoas”.

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