coronavírusJustiçaNacional

Quinta-feira Portugal entra em «fase de mitigação» do COVID-19

publicidade

Portugal e as entidades de segurança preparam-se para a entrada em «fase de mitigação», a pior fase da pandemia de COVID-19 a partir de 26 de Março, quinta-feira, segundo anunciou hoje o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales.

Isto significa que deixaram de existir cadeias de transmissão, que até agora podiam ser detectadas, para uma fase em que o vírus está presente em toda a comunidade e a disseminar-se.

Perante isto, foi ontem publicada a norma 004/2020 que altera o paradigma de abordagem do doente suspeito ou com infeção por Covid 19, que irá permitir que qualquer pessoa com sintomas que desconfie serem causadas pelo vírus, podem aceder aos testes, depois de uma triagem.

«Esta nova abordagem vai implicar a criação de, pelo menos, uma área dedicada à Covid-19 em cada agrupamento dos centros de saúde», destacou António Lacerda Sales, esclarecendo que «apesar disso, as pessoas com sintomas devem continuar a fazer um contacto prévio com a Linha SNS24».

Outras das situações previstas estabelece que doentes têm prioridade quando não for possível testar todos os doentes com suspeita de COVID-19 e que tem a seguinte ordem: Doentes com critérios de internamento hospitalar; Recém-nascidos e grávidas; Profissionais de saúde sintomáticos; Doentes com comorbilidades, nomeadamente com DPOC, asma, insuficiência cardíaca, diabetes, doença hepática crónica, doença renal crónica, neoplasia maligna ativa, ou estados de imunossupressão; Doentes em situações de maior vulnerabilidade, tais como residência em lares e unidades de convalescença; Doentes com contacto próximo com pessoas com as comorbilidades identificadas acima.

Com esta norma, os doentes em domicílio, com resultado laboratorial positivo, que fiquem assintomáticos durante o seguimento da sua quarentena, repetem o teste entre o 10.º e o 14.º dia após o início dos sintomas, e apenas os resultados negativos em dois testes, com pelo menos 24 horas de diferença, podem assegurar que o paciente está recuperado.

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo

Permita anúncios

Detetámos que utiliza um bloqueador de anúncios.
Apoie o jornalismo sério e considere desativá-lo para o nosso site.
Saiba como desactivar: carregue aqui