Portugueses devem estar atentos a sintomas do coronovírus chinês

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DR - EPA/WU HONG
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O novo vírus que causa pneumonias virais, e que foi detetado na cidade chinesa de Wuhan no final de 2019, está a causar alarme em todo o mundo e embora ainda sem casos, Portugal tem planos de contingência regularmente testados que garantem a preparação necessária para detetar, diagnosticar e tratar eventuais casos, segundo a Diretora-geral da Saúde.

Graça Freitas afirmou esta sexta-feira que os portugueses devem estar atentos, mas tranquilos, sobre o novo vírus, uma vez que “o Ministério da Saúde e a Direção Geral da Saúde, com os seus parceiros (…) têm planos de contingência que são regularmente testados e que nos permitem dizer que nós estaremos preparados para detetar precocemente um possível caso que venha para Portugal e, perante essa deteção, fazer o isolamento, o diagnóstico laboratorial e eventual tratamento, contendo a exportação”.

Sobre as medidas a aplicar nos aeroportos, designadamente o rastreio de passageiros, Graça Freitas disse que essa medida, para já, não é aconselhada pela Organização Mundial da Saúde e que é “uma tarefa do país de origem da doença (China), que tem de rastrear todos os passageiros que possam estar doentes na altura do embarque”.

Graça Freitas sublinhou ainda que a capacidade das autoridades de saúde portuguesas para tratar casos “é boa, das melhores do mundo” e que é preciso “aguardar com tranquilidade a evolução do surto”.

O vírus que surgiu na China é um novo tipo de coronavírus, que é transmitido entre animais e que passou para os seres humanos, havendo já registos de transmissão pessoa a pessoa, e os primeiros casos apareceram em meados de dezembro em Wuhan, centro da China, quando começaram a chegar aos hospitais pessoas com uma pneumonia viral.

Os sintomas destes coronavírus são mais intensos do que uma gripe e incluem febre, dor, mal-estar geral e dificuldades respiratórias, incluindo falta de ar.

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