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PJ acredita que morte de agente da PSP possa ter sido uma vingança

As autoridades continuam as investigações.

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Foi a 22 de dezembro de 2020, que à porta de um supermercado em Fernão Ferro, no concelho do Seixal, começara uma troca de tiros entre um homem foragido e a GNR, o que acabaria pelos militares atingirem o homem mortalmente, a partir desse dia Clóvis Abreu jurou vingança e foi o que acabou por acontecer na madrugada do passado sábado, durante uma rixa à porta de uma discoteca em Lisboa, o agente da PSP, Fábio Guerra, que estava de folga, foi alvo de um brutal ataque por parte de várias pessoas.

A Polícia Judiciária (PJ) recolheu prova que indica que os três suspeitos [Claúdio Coimbra, Vadym Hrynko e Clóvis Abreu], dois militares e um civil, são os autores das agressões aos agentes que foram intervir na ordem pública, mesmo estando de folga.

A PJ acredita que depois de ouvir que eram polícias, que Clóvis Abreu, reagiu de uma forma mais violenta e ter atingido a cabeça de Fábio Guerra com uma pedra.

Na noite de segunda-feira a PJ deteve os dois militares na Base Naval do Alfeite, em Almada, e um terceiro elemento também civil de 24 anos que foi colocado em liberdade pelo tribunal.

Os dois militares serão hoje presentes a juiz para conhecerem as medidas de coação, no entanto os inspetores da PJ procuram o outro foragido que acreditam não estar no País.

Os dois fuzileiros estavam a frequentar o curso de promoção a primeiro-marinheiro.


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