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PJ acredita que existem mais envolvidos nas agressões a PSP

A investigação continua e a PJ acredita que existem mais pessoas envolvidas na rixa que vitimou Fábio Guerra.

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A Polícia Judiciária (PJ) está na posse de várias imagens que apontam para os três detidos, dois militares e um civil, com idades compreendidas entre os 21 e 24 anos, os autores da agressão aos agentes da PSP que na altura das agressões estava de folga mas que intervirão na rixa em frente a uma discoteca, em Lisboa.

Agressões essas que acabaram com a morte de Fábio Guerra, um jovem agente da PSP, de 26 anos e natural da Covilhã, que esteve em coma induzido no Hospital S. José e que acabou por não resistir aos graves ferimentos que tinha na zona da cabeça.

Os dois militares, fuzileiros de carreira, ficaram detidos na Base Naval do Alfeite, Almada, desde de domingo, por ordem do Almirante Gouveia e Melo, só sairam esta segunda-feira nas viaturas oficiais da PJ que os deteve e passaram a noite no estabelecimento prisional anexo à PJ de Lisboa. O terceiro suspeito, tem 24 anos, é civil e também já foi detido pelos inspetores responsáveis por este caso.

Os dois militares, prestavam serviço no Comando de Fuzileiros, um deles estava mesmo para seguir numa missão da NATO em breve, os dois foram interrogados na Base Naval pela hierarquia militar sobre a situação, o que tentaram passar as culpas para o terceiro suspeito [o civil] este que também frequenta o mesmo ginásio dos militares em Sesimbra.

A PJ continua com a investigação, pois acredita que existem mais pessoas envolvidas na rixa que vitimou um agente da PSP.


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