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Petição online propõe comparticipação em produtos para feridas

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A Associação de Enfermagem em Cuidados Continuados e Paliativos, Associação de Amigos da Grande Idade e a Sociedade Portuguesa de Feridas lançaram uma petição pública no sentido de que o acesso comparticipado seja alargado ao material de penso com ação terapêutica e materiais de compressão, a todos os cidadãos, mediante indicação clínica.

A petição, dirigida ao Presidente da República, ao Governo, INFARMED e à Diretora Geral da Direção Geral de Saúde, explica que «as feridas correspondem a uma perda anatómica e fisiológica da continuidade da pele e tecidos, traduzindo uma problemática de elevado impacto na sociedade, no que respeita a inerentes custos tangíveis (económicos) e outros igualmente de elevado impacto, mas mais difíceis de avaliar: reduzida qualidade de vida e elevada morbilidade e mortalidade dos cidadãos».

Tendo em conta que muitas feridas demoram na sua cicatrização, como é o caso de úlceras por pressão, as úlceras de pé diabético e as úlceras, implicam elevado consumo de material clínico e de tempo dos profissionais de saúde.

«As feridas crónicas agravam-se pela falta de recursos para adquirir materiais de prevenção e tratamento adequados, aumentando ainda mais a morbilidade e pobreza dos cidadãos e reduzindo a produtividade laboral; aumentando as despesas diretas em perdas de salário, deslocações e consultas, e indiretas com baixas médicas e segurança social» refere também o documento.

Assim, as três entidades apresentam como propostas que seja legislada a comparticipação de todo material de penso e dispositivos médicos com ação terapêutica, que seja prescrito pelas equipas de saúde e dos materiais e dispositivos de compressão com efeito terapêutico, na patologia venosa dos membros inferiores.

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