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PDR aponta dedo a Rui Rio: “Líder da oposição incapaz e acima de tudo de alguém desesperado”

Em causa está deslocalização do Tribunal Constitucional para Coimbra.

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Em comunicado enviado à redação do Diário do Distrito, Bruno Fialho, presidente do PDR e candidato à Câmara Municipal de Lisboa, adianta que Rui Rio mentiu sobre a deslocalização do Tribunal Constitucional para Coimbra durante a campanha eleitoral autárquica.

Terá enganado os portugueses numa “tentativa de condicionar os Juízes Conselheiros a não decidirem durante a próxima semana a extinção de um dos partidos que integra, nesse concelho, a coligação encabeçada pelo PSD”.

O líder do PDR acusa Rui Rio de considerar “mais urgente e necessário para o país a deslocalização do Tribunal Constitucional para Coimbra do que acabar com os sem-abrigo”, ou de “levar mais empresas para o interior de Portugal, eliminar desigualdades sociais, aumentar salários, descer o preço dos combustíveis, etc.”, dizendo quea mudança do tribunal é uma medida apresentada por um “líder da oposição incapaz e acima de tudo de alguém desesperado”.

Leia aqui o comunicado completo:

Bruno Fialho, presidente do PDR e candidato à Câmara Municipal de Lisboa, considera que Rui Rio enganou os portugueses ao tentar defender a deslocalização do Tribunal Constitucional para Coimbra durante a campanha eleitoral autárquica, pois, na verdade, o que aconteceu foi a tentativa de condicionar os Juízes Conselheiros a não decidirem durante a próxima semana a extinção de um dos partidos que integra, nesse concelho, a coligação encabeçada pelo PSD. 

“Esta semana fomos presenteados por mais uma medida do líder da oposição que, na sua opinião, mas só mesmo na dele e dos seus delfins, seria muito importante para o país. 

Rui Rio considera mais urgente e necessário para o país a deslocalização do Tribunal Constitucional para Coimbra do que acabar com os sem-abrigo, levar mais empresas para o interior de Portugal, eliminar desigualdades sociais, aumentar salários, descer o preço dos combustíveis, etc.”, afirma Bruno Fialho, presidente do PDR e candidato à Câmara Municipal de Lisboa. 

Bruno Fialho diz ainda que: “A mudança do Tribunal Constitucional para outra cidade é, efectivamente, uma medida apresentada por um líder da oposição incapaz e acima de tudo de alguém desesperado, que não consegue fazer oposição ao PS mais fraco, incompetente e corrupto de todos os tempos (se é que alguém julgaria que isso um dia fosse possível, depois de por lá ter passado o José Sócrates e companhia)”. 

“Na verdade, o que Rui Rio fez foi colocar portugueses contra portugueses. Tudo porque quer vencer a Câmara Municipal de Coimbra a todo o custo e está em desespero. 

Como a estratégia em Coimbra não está a ter os resultados desejados, Rui Rio tentou fazer notícia com qualquer coisa que potencializasse a sua coligação neste concelho. 

Assim, com esta medida também tentou condicionar o PS na Assembleia da República, mas os Socialistas foram muito mais inteligente do que o líder da oposição, pois a decisão sobre a deslocalização do Tribunal Constitucional foi adiada para depois das eleições autárquicas, pelo que irá ser, seguramente, chumbada sem qualquer consequência política para o PS. 

Desta forma, esta medida deixou de ser um assunto actual, que é o que o Rui Rio não queria, pois ele pensava que o PS ia votar contra ou que, pelo menos, grande parte da bancada de deputados eleitos pelo círculo eleitoral de Lisboa o iria fazer”, clarifica Bruno Fialho. 

“O local onde o Tribunal Constitucional está sediado pouco interessa ao comum dos portugueses, pois, são poucos os que aí se deslocam durante toda a sua vida, mas deve interessar a todos saber que iríamos gastar vários milhões de euros na sua deslocalização para Coimbra, provocar danos irreparáveis às dezenas de trabalhadores e às suas famílias que fizeram as suas vidas em Lisboa ou arredores e, no futuro, iriamos passar a gastar ainda mais dinheiro a subsidiar partidos políticos, porque estes têm, excepto um, salvo erro, a sua sede em Lisboa, e Comunicado de Imprensa 

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sempre que houvesse eleições, as despesas com as deslocações para o Tribunal Constitucional entrariam nas contas das campanhas eleitorais, mas somente para aqueles partidos que têm representação parlamentar, como o PSD, os quais seriam sempre ressarcidos de todas essas despesas. 

Mas nada disto interessa ao líder da oposição, Rui Rio, nem os custos da deslocalização do Tribunal, nem o prejuízo que os trabalhadores e respectivas famílias iriam ter, nem os subsídios que passariam a ser pagos aos partidos políticos e outras situações, a única coisa que parece que lhe interessa é anunciar uma medida inócua para o comum do cidadão português, para tentar proteger o seu delfim de Coimbra, candidato da já conhecida coligação “Branca de Neve e os sete anões” e que está revestida por enormes polémicas.”, declara Bruno Fialho. 

“Relembro que dos sete partidos que estão coligados em Coimbra, existe um que está em vias de ser extinto pelo Tribunal Constitucional, porque não apresenta contas há 4 anos consecutivos e, se a decisão deste Tribunal saísse ainda durante a próxima semana, a coligação do PSD em Coimbra seria considerada ilegal e o líder da oposição perderia a possibilidade de vencer uma das capitais de distrito mais importantes do país e que está nas mãos do PS há décadas. 

Na minha humilde opinião, parece-me que o Rui Rio apresentou uma medida despesista para o país, ofensiva dos trabalhadores do Tribunal Constitucional e das suas famílias e colocou portugueses contra portugueses, apenas com o intuito de tentar condicionar os Juízes Conselheiros deste Tribunal a não extinguirem, antes das eleições autárquicas, um dos partidos políticos com que o PSD está coligado em Coimbra, para que o líder da oposição não passe pela vergonha nacional que era ver o seu partido a ser afastado das eleições autárquicas nesse concelho e ser confrontado com a situação que foi associar-se a um partido político que não cumpre a lei. 

A um líder da oposição esperava-se mais, mas quando os interesses partidários se sobrepõem aos dos portugueses, temos a tempestade perfeita e, desta forma, continua a não haver quem nos salve da desgraçada que é continuarmos a ser governados pelo “Polvo” do Partido Socialista”, conclui Bruno Fialho. 

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