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PCP acusa Grupo SONAE de não pagar na íntegra o subsídio de Natal aos trabalhadores

O PCP acusou o Grupo SONAE de não pagar o valor integral do subsídio de Natal (de 2020) aos trabalhadores.

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O PCP acusou o Grupo SONAE de não pagar o valor integral do subsídio de Natal (de 2020) aos trabalhadores.

Em comunicado enviado ao Diário do Distrito, a Direção Regional de Setúbal do PCP indica que “tomou conhecimento que todas as empresas de distribuição do Grupo SONAE não procederam ao pagamento do valor integral do subsídio de Natal (referente ao ano de 2020) aos trabalhadores que tiveram em assistência a filho nos meses de Março a Maio em virtude do encerramento de escolas, por decisão do Governo no âmbito das medidas de combate à epidemia da Covid-19“.

Os comunistas consideram que esta é uma “decisão injusta e inaceitável, porque os trabalhadores estiveram em assistência a filho, não por sua opção, mas sim porque as creches, jardins-de-infância, escolas, atividades de tempos livres foram encerrados por decisão governamental. Esta é mais uma entre muitas decisões que diversas empresas vem tomando, que demonstram claramente que não estamos todos no mesmo barco, nem todos somos afetados da mesma maneira pela pandemia“.

Acrescentam ainda que “perante esta inaceitável posição do grupo SONAE, o PCP decidiu interpelar o Governo do PS através do seu Grupo Parlamentar sobre esta questão, e questioná-lo sobre que medidas vai tomar para assegurar o cumprimento dos direitos dos trabalhadores e o pagamento do valor integral do subsídio de natal aos trabalhadores das empresas de distribuição do grupo SONAE”.

O Diário do Distrito já pediu esclarecimentos ao Grupo Sonae sobre os subsídios de Natal e aguarda resposta. Recorde-se que o grupo é responsável por diversas marcas como o Continente, Worten, Maxmat, NOS e Sport Zone.

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