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Parlamento chumbou renacionalização dos CTT e atribuição de ‘desgaste rápido’ a carteiros

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Na passada sexta-feira foram votadas, e chumbadas, as propostas que pretendiam o controlo público pelo Estado e renacionalização dos CTT, bem como a declaração da profissão de carteiro como profissão de desgaste rápido, proposta pelo BE.

A retoma do controlo público pelo Estado foi reprovada com a conjugação de votos contra do PS, PSD, CDS/PP e as abstenções do Chega e IL, e os votos favoráveis do BE, PCP, PAN, PEV e Chega.

Há vários anos que a proposta de renacionalização dos CTT, tem sido levada ao Parlamento e, consecutivamente, chumbada.

O atual contrato de concessão com os CTT termina a 31 de dezembro deste ano e o Estado terá de firmar outro contrato, podendo fazê-lo com os CTT ou não.

A declaração de profissão de desgaste rápido teve os votos contra do PS e PSD, a abstenção do CDS/PP e IL, e os votos a favor do BE, PCP, PAN, PEV e Chega.

Em debate esteve ainda uma petição com mais de cinco mil assinaturas, promovida pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Correios e Telecomunicações, que alertava para as dificuldades vividas pelos seis mil carteiros que trabalham em Portugal.

A luta pela redução da idade legal de reforma em função das condições específicas de trabalho continua na ordem do dia e outra petição mais abrangente, dinamizada pela FECTRANS, aguarda votação no plenário.

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