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PAN critica Central Fotovoltaica em Cercal do Alentejo

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Inês Sousa Real, porta-voz do PAN- Pessoas-Animais-Natureza, criticou a autorização que foi dada para a construção da Central Fotovoltaica de Cercal do Alentejo, em Santiago do Cacém, e está solidário com a população e o Movimento formado contra este empreendimento.

«A autorização que foi concedida para esta central fotovoltaica está, claramente, em contraciclo com aquilo que tem que ser o desígnio de Portugal e do mundo para combater as alterações climáticas e proteger o património natural» referiu Inês Sousa Real, após participar numa reunião pública contra a central, a convite do Movimento Juntos pelo Cercal do Alentejo.

Em declarações à Lusa, referiu que «basta ver que a audição pública, no âmbito do Estudo de Impacte Ambiental (EIA), esteve aberta apenas três dias, o que denota falta de vontade política de ouvir a população e os interesses da população».

O projecto «vai destruir uma vasta área, quer de floresta, quer agrícola, e afetar a biodiversidade, e vai afetar uma região marcada pelo turismo, e irá descaracterizar esta região, com um investimento que não reverte para a população, mas sim para a empresa e interesses económicos por trás de quem vai proceder ao investimento.

Parece-nos mais política de ‘greenwashing’ e está em contraciclo com aquilo que é a necessária transição verde, a transição energética.»

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) atribuiu a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável, mas condicionada, no final de julho.

Área onde irá nascer a Central Fotovoltaica – DR – Movimento Juntos Pelo Cercal do Alentejo

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