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PALMELA – Encosta do Castelo irá ser intervencionada para evitar derrocadas

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O Miradouro do Castelo de Palmela foi esta tarde palco de uma cerimónia simbólica que marcou o arranque da empreitada de Intervenção de natureza estrutural para evitar derrocadas nas encostas do Castelo de Palmela.

O acto consistiu no descerrar de uma placa com os dados sobre a intervenção e o regar de uma oliveira plantada no local por Álvaro Amaro, presidente da Câmara Municipal e Miguel Santos, sub-director da Direcção Geral do Tesouro e Finanças.

Miguel Santos explicou que “a DGTF recebeu cerca de trinta pedidos para intervenções semelhantes, por perigo de derrocadas, e o caso de Palmela foi o segundo a ser aprovado, depois do Forte de Setúbal. Da nossa parte, temos todo o empenho em aprovar estes pedidos, assim tenhamos capacidade para o fazer.”

A obra “que pretendemos que seja um exemplo ao nível do país, pela forma inovadora como irá decorrer”, segundo Álvaro Amaro, tem um prazo previsto de execução de nove meses, com um valor global de 2,9 milhões de euros, cofinanciada em 85% pelo POSEUR, no quadro do Portugal 2020 e em resultado de uma candidatura apresenta pela autarquia, aprovada em 2016 e foi adjudicada à empresa Alberto Couto Alves, SA.

O presidente da autarquia apresentou em traços largos o projecto “que será uma intervenção muito complexa, quase um ‘estudo de caso’ pelas características da zona, área protegida, aberta a visitas ao miradouro e pelo carácter histórico, pelo que pretendemos que seja o menos intrusiva possível. Teve doze processos contratuais e oito entidades envolvidas, com três zonas a ser intervencionadas em simultâneo.”

Álvaro Amaro destacou ainda “a maratona que foi necessária para chegarmos agora ao meio de um percurso que tem sido árduo e difícil, para garantirmos a segurança deste precioso monumento nacional que é uma das joias da coroa do património nacional.”

Relembrou que as preocupações “datam da década de setenta, tendo a autarquia alertado as entidades para os perigos, e foi mesmo feita uma intervenção na encosta sul. Em 2012 iniciaram-se as primeiras reuniões sobre o assunto e em 2014 foi criado um grupo de trabalho após ter sido apresentada uma fundamentação técnica para a necessidade de intervenção”.


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