Opinião

Os “Covideiros” voltam a atacar

Uma crónica de Bruno Fialho.

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Ontem, dia 1 de Outubro, não houve um dia “D”, mas muitos se referiram a esta data como o dia “L” da Libertação, devido às novas regras que entram em vigor à meia-noite e que permitem descansarmos da ditadura “covideira”.

Mas, se passou a existir uma liberdade quase total em bares e restaurantes, onde deixou de ser necessário usar máscaras ou mostrar um certificado digital inconstitucional, preocupa-me que nas escolas, onde estão reunidos os maiores activos de uma sociedade, ou seja, as nossas crianças, muitos pais, inexplicavelmente, pois a taxa de mortalidade nas faixas etárias entre os 0 e 18 anos foi sempre quase nula, continuam a permitir que os seus filhos tenham de suportar uma violência física e psicológica diária, que é usar máscaras durante horas a fio, dentro de uma sala de aula.

Felizmente que no recreio essa loucura já terminou e as crianças e adolescentes podem finalmente respirar.

Todavia, na comunicação social ninguém comenta o aumento dos casos de autismo nas crianças nascidas durante a pandemia, em parte, devido às educadoras, em particular as que estão nos berçários, usarem máscaras durante o período em que os bebés lá estão, e aos pais que, com medo de viverem, sucumbiram à insanidade de viverem agarrados a uma máscara, mesmo dentro casa, não permitindo aos bebés verem expressões, quer dos pais, quer de quem cuida deles durante a ausência deles.

Infelizmente qualquer estudo credível sobre os erros cometidos pelo Governo ou a DGS, são de imediato silenciados ou conotados como vindos de uma “seita de maluquinhos”.

Acontece que, os mesmos pais que apoiam o uso de máscaras nas escolas, são aqueles que foram festejar para os bares e discotecas ou que autorizaram os seus filhos a fazer o mesmo e sem máscaras.

Pois, bem, é por não ser “covideiro” que sempre defendi as soluções implementadas pela Suécia e em todos os países Escandinavos, onde nunca foi obrigatório o uso da máscara, não se fecharam estabelecimentos comerciais, as discotecas e bares mantiveram-se abertos e continuaram a ser realizados concertos durante a pandemia, entre tudo aquilo que sempre se fez antes da pandemia.

Estas medidas defendidas por esses países revelaram-se ser as melhores para a população, co menos óbitos e com resultados económicos muito melhores do que aqueles defendidos em Portugal pelo Governo de António Costa e pela DGS, liderada por Graça Freitas, que um dia dizia uma coisa e no outro já se desmentia.

Relembro ainda que, para os “covideiros”, principalmente aqueles que ganharam e continuam a ganhar milhares de euros dos laboratórios para quem trabalham, entre outras anormalidades, o vírus apenas atacava depois das 20 horas e aos fins-de-semana.

Ainda nesse registo, para os “covideiros”, na Função Pública o vírus também era extremamente mortal, pois, encerraram tudo ao público, mas nos transportes públicos estávamos todos a salvo, mesmo com as enchentes de pessoas na Carris e no Metropolitano.

Agora, mesmo com 85% da população vacinada com algo experimental, que tem provocados milhares de mortes e que não garante imunidade, tal como garantem as restantes vacinas do Plano Nacional de Vacinação, o Governo e a DGS ainda continuam a assustar as pessoas, continuando a impor regras idiotas, como uso de máscaras nas grandes superfícies, locais onde vamos para comprar algo e não para dançarmos juntinhos, mas nas discotecas e bares já não é necessário.

Mais estranho ainda é observar que as mortes por covid-19, em período análogo do ano passado, mesmo com a vacinação de 85% da população são similares em 2021, algo que, supostamente, não deveria acontecer com a vacina, mas isso já não interessa comentar, certo?

Sinceramente, espero que os “covideiros” não voltem a atacar no próximo inverno, onde em 2018, muito antes da pandemia, tivemos 3331 óbitos devido à gripe e 397 ao frio.

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Por último, quero manifestar o meu apoio ao Dr. Fernando Nobre, Médico, professor universitário e presidente da AMI – Assistência Médica Internacional, que tem sido vilmente atacado por laboratórios e farmacêuticas, apoiados por uma comunicação social a soldo do Governo e dos interesses financeiros, que tentam manchar uma carreira notável.

Infelizmente os portugueses acreditaram mais nos políticos que diariamente os roubam, do que em verdadeiros especialistas que não se venderam aos grandes lóbis.

Assim é impossível mudar o nosso país, porque, primeiro têm de ser os portugueses a querer mudar.

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