Opinião

Onde pára a Polícia?

Uma opinião de Bruno Fialho

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O título deste artigo é homónimo do título de um filme que foi um sucesso de bilheteiras em 1988 e que até teve direito a duas sequelas.

Os 3 filmes eram sobre as desventuras de um detective chamado Frank Drebin, protagonizado pelo conhecido actor Leslie Nielsen, e mostrava uma série de trapalhadas feitas por ele no seu dia-a-dia na polícia.

Tal como Frank Drebin, devido a décadas de governos socialistas que têm um ódio primário a todos as instituições que possam investigar os casos de corrupção, abuso de poder e de pedofilia protagonizados pelos “boys do Partido”, as nossas forças de segurança têm sido sistematicamente atacadas e ridicularizadas, ao ponto em que muitos portugueses já se interrogam: Se elas só servem para multar o cidadão que paga impostos?

Nos últimos dias tem vindo à tona a falta de segurança que se vive no nosso país, devido a um aumento da criminalidade violenta, isto, já para não falar dos “números martelados” sobre a criminalidade total, e em virtude de terem sido encerradas várias esquadras de polícia, sendo que a unidade móvel de atendimento da PSP, lançada às 18 horas de quinta-feira, na praça da Batalha, no Porto, apenas durou 4 horas, tendo sido rebocada às 22 horas desse mesmo dia.

Por outro lado, não podemos esquecer a postura que as forças de segurança tiveram durante a pandemia, durante a qual não protegeram os cidadãos da tirania do Governo e da falta de coragem do Presidente da República, que aceitou que o executivo socialista cometesse reiteradas violações ao direito à liberdade dos cidadãos, através de confinamentos obrigatórios que, inclusive, já foram julgados inconstitucionais pelo Tribunal Constitucional.

Esperemos que essa atitude altamente reprovável das forças de segurança nunca mais se volte a repetir e que os agentes se recordem que apenas existem para garantir a segurança dos cidadãos e não para prestar vassalagem à classe política ou ao Governo.

Se as forças de segurança querem voltar a ter o respeito dos cidadãos, têm de garantir que irão defender a nossa Constituição e não somente as decisões ilegais provindas de políticos tiranos.

Voltando ao nosso assunto principal, considero que Portugal precisa de mais polícias a patrulhar as ruas das nossas cidades, para que seja garantida segurança dos cidadãos, mas é evidente que este Governo está mais vocacionado para encerrar serviços públicos do que melhorar os já existentes.

É que não basta verificar o encerramento de urgências hospitalares; a inflação galopante resultante de dois anos de uma economia parada ao abrigo de um histerismo global provocado pelos lóbis dos laboratórios e farmacêuticas e, neste momento, aumentado pela aprovação de irracionais sanções à Rússia, que qualquer pessoa com dois dedos de testa percebia que se iriam voltar contra nós; a palmada na mão dada ao ministro por causa da insolente escolha da localização do novo aeroporto, demonstrando que este Governo é um circo;  a gasolina estar a ser negociada por valores superiores a 2 euros; o gás ir aumentar para valores incomportáveis à bolsa da maioria dos portugueses ou dezenas de outros exemplos para vermos o triste estado em que Portugal se encontra, assim pergunto: o que é que ainda será mais necessário para que os portugueses se revoltem contra este Governo?

Um dos maiores problemas com que se depara este Governo incompetente é que até pode construir todas as esquadras que conseguir, mas enquanto os agentes das forças de segurança continuarem a ter condições de trabalho degradantes, salários indignos, material obsoleto e verem criminosos a serem sistematicamente soltos quando são levados a tribunal, nada irá resultar.

Não são de mais esquadras que precisamos para garantir a segurança dos cidadãos é de mais polícias nas ruas e que lhes seja permitido fazer o seu trabalho sem serem sancionados por se defenderem de criminosos, algo com que os governos socialistas, como já disse anteriormente, não lidam bem.

Sugiro que tentem distribuir melhor os meios humanos e em vez de vermos dezenas de polícias a fazer segurança a políticos que ninguém conhece ou de situações similares que são perfeitas inutilidades para os portugueses, coloquem esses polícias a patrulhar as ruas para protegerem os cidadãos dos criminosos.

Por último, constato que para o governo é mais importante termos fiscais da Emel à barda ou polícias das multas similares a estes do que protegerem os cidadãos dos amigos do governo…

Tal como no filme, é caso para dizer: Onde pára a polícia?


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