Opinião

Marcelo, o negacionista

Uma crónica de Bruno Fialho.

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Desde Março de 2020 que temos um Presidente da República que não defende o povo da tirania dos governantes que fecharam o comércio aos fins-de-semana, depois das 15 horas, concentrando nos estabelecimentos comerciais, na parte da manhã, todas as pessoas que queriam fazer compras, ou que decretaram o uso de máscaras no caminho de acesso à praia, sem qualquer base científica para tal, entre outras tantas, mas tantas, medidas irracionais com que nos presentearam nos últimos 16 meses.

Eu compreendo que este Governo Socialista tivesse tido o receio que o covid-19 fosse matar grande parte dos portugueses, mesmo havendo provas científicas que o vírus apenas provoca problemas graves a 0,2% da população, pois, sendo quase todos eles familiares entre si e com o medo de que apenas eles sobrevivessem à pandemia, quando mais tarde se fossem reproduzir, teríamos as gerações futuras a nascer com (ainda mais) graves problemas congénitos…

Agora que se fala em exigir certificados digitais para se poder fazer, inclusivamente, as compras de bens de primeira necessidade, exigindo que se tome uma vacina que não impede de contrair o covid-19 ou de infetar outras pessoas, mas que apenas, supostamente, lhe confere uma maior protecção ao vírus, mas que para 99,8% da população essa protecção imunitária já existia de forma natural, é urgente que Portugal deixe de ter um Presidente da República que nega o bom-senso e até a ciência em muitos casos, porque deste Governo é impossível esperar algo de bom.

Penso que hoje em dia já começa a ficar claro que apenas tem passado nos órgãos de comunicação social um lado da opinião de médicos, cientistas e outros profissionais da saúde com elevada reputação, o que é inadmissível e prova de que os Governos erraram e têm medo de dizer “desculpem, mas lixámos a economia para nada!”

Infelizmente, quem não tem a mesma opinião em relação à forma como se devia de ter lidado com o vírus é imediatamente apelidado de “negacionista”, isto, quando os Senhores da verdade é que colocam em prática medidas irracionais como já referi acima.

Assim, aproveito para pedir já o meu presente ao Pai Natal: gostaria que até 25 de Dezembro tivéssemos um Presidente da República que deixasse de ser hipocondríaco e passasse a ser um verdadeiro líder para todos aqueles que perderam ou irão perder conhecidos, amigos e familiares, porque o pessoal médico está concentrado num vírus que provoca complicações graves a somente 0,2% da população, enquanto pessoas com outras doenças mais graves ficam sem qualquer acompanhamento médico durante meses ou ficaram privados da possibilidade de prosseguirem com alguns tratamentos essenciais para conseguirem sobreviver.

Ter um Presidente da República que afirma que andou a pregar pela necessidade das máscaras e que elas funcionam????? quando os países escandinavos não tiveram obrigatoriedade do uso das mesmas, nem ao ar-livre ou em espaços fechados, e estão muito melhores do que os países que impuseram o seu uso, isso é que é ser um verdadeiro negacionista!

E ter um Presidente da República que defende a vacinação de jovens saudáveis dos 12 aos 15 anos, sem qualquer dado científico que apoie essa posição, bem pelo contrário, isso também é ser negacionista.

Volto a repetir para quem ainda não sabe, não compreendeu ou tem medo de perceber: as vacinas contra o covid-19, até porque ainda não foram homologadas, pois encontram-se em fase de experimentação, alegadamente, apenas servem para aumentar a probabilidade de que quem as toma não ter complicações de saúde se contrair o vírus, isto para quem já tinha 99,8%  de que nada lhe iria acontecer, é absolutamente ridículo, não acha?

Mas ter 0,2% de probabilidades que algo grave lhe pode acontecer se contrair o vírus é acomodando todas as faixas etárias, porque se colocarmos na equação apenas os jovens dos 0 aos 18, então a probabilidade de que algo lhes irá acontecer se contraírem o vírus é de 0,0001%, ou seja, praticamente nula!!!

Todavia, se vacinar os seus filhos existe uma probabilidade bem superior que eles, no futuro, fiquem estéreis ou venham a sofrer complicações graves de saúde, principalmente ao nível cardiovascular.

Para quem já está armado em negacionista da treta, eu aviso que acredito em vacinas, eu e os meus filhos temos todas as vacinas do plano de vacinação em dia e, em principio, iremos tomar todas as vacinas que sejam homologadas, repito, homologadas pelas entidades competentes, razão pela qual, enquanto estas vacinas contra o covid-19 não forem homologadas, nem eu e nem os meus filhos as tomaremos.

No entanto, desde já informo que não serei vacinado após a homologação da vacina contra o covid-19, caso essa vacina não me impeça de contrair o vírus ou de o propagar, tal como acontece com as outras vacinas.

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No dia em que fabricarem uma vacina contra o covid-19 que tenha resultados idênticos às que sempre existiram para outos vírus, então, aí sim, eu a tomarei.

Até lá, deixem de ser negacionistas e vejam como os países que tiveram menos restrições estão agora, porque, não se esqueçam, as moratórias do crédito à habitação vão deixar de existir a partir de Setembro…

Por último, só pedia que Marcelo não fosse negacionista…

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