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Marcelo admite que a prevenção dos incêndios foi afetada pela pandemia

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“Quanto à prevenção, ela sofreu, há que dizer, de facto, sofreu com a pandemia. Os meses cruciais da transição da primavera para o verão foram meses acabados por não existir”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, durante uma visita ao lar de idosos Santa Casa da Misericórdia de Boliqueime, em Loulé, no distrito de Faro.

O confinamento acabou por ser “uma limitação, que obriga agora que o combate seja um combate, esperemos que à altura do que tem sido, mas em condições difíceis”, referiu. “Até agora o que se pode dizer é que, na generalidade dos casos, houve capacidade de resposta, sobretudo nos grandes casos, nos grandes fogos”, apesar de lamentar as mortes de dois bombeiros em incêndios.

Marcelo Rebelo de Sousa reuniu-se depois com os presidentes de câmara do Algarve num jantar de trabalho, na freguesia serrana de Querença, também no concelho de Loulé.

 

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One Comment

  1. Livra,se este azarado senhor Sousa chefe da Nação e responsável, não desiste, ele ainda vem por aí algum asteróide, ou outra calamidade pior,e que dá cabo disto tudo; ele é o Covid, é o País P A R A D O (os Organismos e os Func.Púbs, não é todos), e não esqueçamos os mais de 60 Portugueses queimados vivos em Pedrógão,sem ter havido um só Carro da Polícia,bastava um carro, atravessado na estrada a impedir a passagem. Beijocaria é precisa,sim, mas não chega,é preciso supervisionar muito bem os empregados públicos…

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