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Julgamento do ‘caso do Meco’ de novo adiado para 17 de fevereiro

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O julgamento do processo cível interposto há cinco anos pelas famílias dos jovens que morreram na praia do Meco, em 2013, contra João Gouveia e a Universidade Lusófona, que deveria começar na terça-feira, foi adiado para 17 de fevereiro.

A informação foi dada pelo advogado das famílias das vítimas, Vítor Parente Ribeiro, à Lusa.

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O julgamento, que deveria começar na terça-feira no Tribunal de Setúbal, tinha várias sessões marcadas para fevereiro, março e abril, mas todas as que estavam agendadas até dia 12 foram canceladas.

«Se não houver mais nenhuma alteração, o julgamento deverá ter início às 09h00 do dia 17 de fevereiro», disse Vítor Parente Ribeiro.

O julgamento das seis ações cíveis, interpostas em 2016, contra o ‘dux’ João Gouveia e a COFAC — Cooperativa de Formação e Animação Cultural, CRL (Universidade Lusófona), deverá começar com “a tomada de declarações ao réu João Miguel Gouveia”, segundo um comunicado conjunto divulgado em dezembro do ano passado pelas famílias das vítimas.

De acordo com Vítor Parente Ribeiro, em cada uma das seis petições iniciais (PI), os pais das seis vítimas reclamam cerca de 225 mil euros, o que perfaz um valor global que ronda um milhão e 350 mil euros.

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