Distrito Setúbal

IPS desenvolve ferramenta digital que avalia novas ideias de negócio

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O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) juntamente com outros seis parceiros europeus está a desenvolver uma “ferramenta digital inovadora para avaliação de novas ideias de negócio, no âmbito do projeto KABADA – Knowledge Alliance of Business Idea Assessment: Digital Approach”, que decorrerá até outubro de 2022. 

O projecto tem como objetivo o “desenvolvimento de uma mentalidade empreendedora junto de investigadores, estudantes e docentes, a diminuição da taxa de insucesso dos novos negócios e o aumento do número de empreendedores bem-sucedidos”, explica o comunicado de imprensa.

O KABADA é coordenado pela BA School of Business and Finance (BA SBF), da Letónia e, “além do IPS, outras instituições de ensino superior europeias, nomeadamente da República Checa, Lituânia e Itália, e também parceiros empresariais” estão envolvidos.

“Será uma ferramenta que inclui algoritmos de Inteligência Artificial e que permitirá ajudar os empreendedores a avaliarem a sua ideia de negócio. Na prática, os utilizadores preenchem um conjunto de campos e a ferramenta promove um conjunto de avaliações baseadas em indicadores que podem ajudar a identificar riscos e a aferir o eventual sucesso do projeto”, explica Luísa Carvalho, docente da Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE/IPS) e coordenadora da equipa de investigadores do IPS que está a trabalhar neste projeto, dedicada à área do empreendedorismo.

A iniciativa “ambiciona também contribuir para a introdução de uma nova abordagem no ensino da Gestão e do Empreendedorismo, uma vez que o protótipo de AI a ser desenvolvido passará a incorporar os planos de estudo, possibilitando uma aprendizagem interativa sobre o processo de criação de um plano de negócios e o seu impacto no potencial sucesso do projeto, com evidentes vantagens face a ferramentas já existentes, como os jogos de simulação de gestão”, elucida.

No futuro poderão beneficiar da pesquisa “todos os novos empreendedores, vindos do meio académico ou das suas comunidades de influência”, conclui.


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