Opinião

Inês Sousa Real, a Robles do PAN

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A líder do Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) e deputada eleita constitui a mais recente fraude política nacional.

Defende ideológica e politicamente uma coisa e faz outra no privado, mais do que suscetível de censura ético-moral trata-se de (mais) uma autêntica fraude política,

juntando-se ao caso do alojamento local de Robles do BE, aliás dois partidos que se complementam e equiparam nesta matéria.

Ora a líder do PAN, que critica (?) duramente as práticas de cultura intensiva como a utilização de estufas e pesticidas, é proprietária de duas empresas (Black Berry e Red

Fields) que utilizam precisamente estas práticas de cultura intensiva em estufas.

Não são estufas são túneis refere a líder do PAN, sendo esta a forma de nos chamar a todos de parvos, não pega cara Inês, não pega.

Assim como quando a mesma diz que é para venda local mas cerca de 90% se destina a exportação.

Ou quando disse ter feito uma cessão de quotas em 2013 e agora vem dizer que afinal foi em 2019, um mero lapso seguramente, tal como será um lapso não ter referido que a cessão de quotas foi feita a favor da sua sogra que no mesmo dia as transmitiu ao seu

filho, marido da líder do PAN, com quem está casada sob o regime da comunhão de adquiridos, fazendo-a proprietária indireta.

Apenas mais um partido cujo objetivo passa por enriquecer o património à custa e/ou enganando os mesmos de sempre.

A caixa de Pandora foi aberta, o que se seguirá?

Inês Sousa Real proprietária de uma ganadaria?

De um restaurante Sabor Mineiro?

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