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Hospital Garcia de Orta reabre serviço nocturno das urgências pediátricas

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«A Urgência Pediátrica do HGO, serviço que assegura o atendimento de crianças e jovens de idade inferior a 18 anos, com doença com carácter urgente/emergente, voltará a funcionar, de forma ininterrupta, a partir das 20h00, de hoje, dia 13 de setembro de 2021» anunciou hoje o Conselho de Administração do HGO.

«Encerrado desde 18 de novembro de 2019, em face das dificuldades em assegurar a continuidade de escalas que permitissem manter profissionais em número e diferenciação exigidos por lei para a prestação de cuidados de saúde em segurança, a crianças e jovens, entre as 20h00 e as 8h30, a Urgência Pediátrica do HGO reabre hoje, tendo apostado no reforço das suas equipas de profissionais.»

O presidente do CA, Luís Amaro enalteceu «o contributo de todos os profissionais da nossa Urgência Pediátrica para conseguirmos reabrir o Serviço no período noturno. Só com a enorme entrega, flexibilidade, sentido e espírito de missão e sobretudo, de valorização da “causa pública” pelos nossos médicos, enfermeiros, assistentes operacionais, assistentes técnicos, entre outros profissionais do Serviço de Pediatria, foi possível ultrapassar este período difícil na história do Serviço e dos quase 30 anos do HGO».

O Serviço de Urgência Pediátrica do HGO organizou-se de modo a reter e captar maior número de profissionais. Atualmente conta com 8 médicos pediatrias que passam a assumir as funções de chefe de equipa de urgência, o dobro do existente em 2019.

Comissões de Utentes de Saúde congratulam-se com reabertura

A Comissão de Utentes da Saúde do Concelho de Almada e a Comissão de Utentes da Saúde do Concelho do Seixal, em comunicado enviado às redações, congratulam-se com «o culminar de um processo em que as Comissões de Utentes da Saúde dos Concelhos de Almada  e  do  Seixal  estiveram  permanentemente  envolvidas com a tutela e a Administração do Hospital».

No entanto, deixam a chamada de atenção para «a falta de recursos humanos na Saúde é um problema crónico, que só será resolvido  quando  o  Estado decidir  rever  o  sistema  remuneratório  e  as carreiras dos profissionais, que tem sido o principal travão ao recrutamento para  o  SNS,  empurrando  os  profissionais  para  os  privados,  beneficiando estes  com  técnicos  altamente qualificados,  formados  com  dinheiro  dos contribuintes.»


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