Formação do IPS na área do Mar foi hoje apresentada na Casa da Baía

O mar e as oportunidades de formação oferecidas pelo Instituto Politécnico de Setúbal nesta área, foram o tema de uma palestra realizada pelo professor Ricardo Salgado, na tarde desta terça-feira, na Casa da Baía, em Setúbal.

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O mar e as oportunidades de formação oferecidas pelo Instituto Politécnico de Setúbal nesta área, foram o tema de uma palestra realizada pelo professor Ricardo Salgado, na tarde desta terça-feira, na Casa da Baía, em Setúbal.

O orador, coordenador do curos de Licenciatura em Tecnologias do Ambiente e do Mar, Professor de Ecologia e conservação da Natureza e de Biotecnologia ambiental e marinha na Escola Superior de Tecnologia, deu a conhecer a cerca de uma dezena de interessados o conteúdo da Licenciatura e respondeu a várias questões, acerca dos projectos que estão a ser levados a cabo na EST mas também sobre um dos temas na ordem do dia na cidade sadina: as dragagens no Sado.

Questionado por um dos presentes sobre este assunto, o professor Ricardo Salgado explicou que “sabemos que não será muito positivo em termos ambientais mas não podemos impedir o desenvolvimento económico, tendo em conta que os portos comerciais são uma actividade muito importante.

Há que ter em conta a turvação que irá causar e também a retirada de areias do fundo marítimo. Esta não é a primeira vez que há dragagens no Sado, embora para esta esteja previsto um volume maior de retirada de areias, o que irá ter grande influência em toda a vida marinha, e até irá ser sentida nos tanques de aquacultura e ao nível das plantas marinhas. Mas também sabemos que depois da intervenção, tudo irá estabilizar e a natureza também se renova.”

Sobre os projectos que estão a ser desenvolvidos na EST, o professor destacou “o processo de creditação do carapau-manteiga, de forma a tornar este uma marca de Setúbal/Sesimbra” e também a criação de ostras “o processo que designámos Ostraqual”, bem como  desenvolvimento de aquaculturas e a pesquisa sobre a possibilidade de exportação do pepino-do-mar, “que existe em abundância em Tróia, é rico em proteínas, mas em Portugal não é ainda apetecível em termos gastronómicos, ao contrário do que acontece na China”.

 

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