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Florbela Queiroz, de 77 anos, apela desesperada a Cristina Ferreira e Daniel Oliveira por trabalho

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Florbela Queiroz, de 77 anos, está sem oportunidades de trabalho como atriz há muitos fez um apelo no Facebook aos diretores das televisões, como Cristina Ferreira e Daniel Oliveira, por uma oportunidade.

A atriz explicou à “Nova Gente” o desabafo: “Eu só gosto de pôr estes posts para, de vez em quando, as pessoas se lembrarem. Realmente, as novelas são boas, estão a melhorar dia para dia, de ano para ano, de novela para novela, mas são sempre os mesmos atores. Passamos para um canal, vê-se uma novela e estão lá aqueles atores. Passa-se para outro canal e estão os mesmos”.

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E continua: “Montes de colegas meus, cheios de talento, e não estou a falar de mim, estão todos desempregados. Podiam, de vez em quando, não ter contratos fixos com pessoas, a não ser para uma novela específica. Contratam uma pessoa para uma novela, essa novela acaba, mudam e dão trabalho a outra que esteja sem trabalhar. Assim é que devia ser”.

O motivo para pedir trabalho não são as dificuldades económicas: “Eu, por acaso, tenho reforma e tenho a minha casa e as minhas coisas, e sou muito organizada. Por enquanto, estou muito bem”. “Há uns que são muito novos e ainda não tiveram tempo para isso, outros que são mais antigos, mas não tiveram a oportunidade de governar a sua vida para hoje estarem bem. É a esses que me refiro e a mim também. Um ator quando não está a trabalhar, quando não está à frente das luzes, é como se não existisse.”

Florbela explicou também como se sustenta: “As pessoas que estão numa novela ganham relativamente bem em relação ao comum dos mortais e, portanto, têm a oportunidade de poupar alguma coisa. Foi graças às novelas que eu consegui fazer uma reforma boa, porque todos os meses, quando ia receber, metade do que ganhava dava à Segurança Social para não ter uma reforma de 200 euros”..  

A oportunidade de trabalho que pede é para se sentir realizada: “Sinto-me com saúde, com genica e com força. Eu não estou aflita. Tenho tudo, felizmente não me falta nada. Não sou uma pessoa infeliz, mas quero trabalhar porque esta é a minha profissão.”

Mas não poupa nas críticas: “Se o Presidente da República me condecorou com a comenda da Ordem de Mérito é porque eu não sou uma pessoa completamente desconhecida. Não há necessidade de os atores irem ter com os produtores e com as pessoas que estão a mandar nas televisões e dizer ‘olhe eu estou viva, estou cá’. É desnecessário. Essas pessoas têm cultura para saber que os atores estão vivos.” 

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