Famosos

Ex de Angélico Vieira acusa-o de traição e ataca namoradas que apareceram para “ganhar 2000 em presenças”

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A ex-moranguita Sofia Baltar veio a público dizer que na altura da morte Angélico Vieira era sua namorada, e que Anita da Costa se aproveitou do seu falecimento para aparecer.

“Há uma coisa que me irrita há muitos anos, que mexeu comigo, obviamente. (…) A morte do Angélico foi muito drástica na minha vida”, partilhou num vídeo no instigaram com revelações.

“A Anita não era namorada do Angélico, a Anita tinha uma pessoa (…) que era meu vizinho na Maia. (…). Na noite do acidente, foi a mim que ele [Angélico Vieira] ligou. Ele queria passar o dia comigo. Ele vinha ao Porto, vinha buscar-me. Eu disse que não queria porque os meus pais iam ver a ‘Morangomania’, portanto, eu ia de carro com os meus pais. Na manhã seguinte [ao acidente que vitimou o cantor], eu venho direta da ‘Morangomania’ para ir ao hospital. Primeira capa do jornal: ‘Anita a chorar à porta do hospital’”, contou.

Confeçando que foi traída por Angélico com Anita da Costa: “A meio da nossa relação, eles estiveram juntos. Ficámos chateados dois meses. Eu perdoei. Basicamente, é isto”.

E acusou-a de aparecer à custa do falecido cantor: “Eu só acho que é assim: ele não está cá e, às vezes, o que nós contamos a nós próprios não quer dizer que seja a verdade absoluta, universal. (…) Tu sabes que eu estava com ele, portanto, todo o enredo que foi criado, para mim, foi uma tristeza, foi uma desilusão”.

E de ganharem dinheiro à custa disso: “Usaram a imagem dele para aparecer em revistas e tudo mais. Depois, ganhar dois mil euros em presenças, passado um mês da morte dele, ótimo, notava-se realmente que era amor, não é? (…) Após um mês ou dois meses de ganhar dinheiro em discotecas, precisamente por causa dessa suposta relação, para mim só demonstra que não existia amor. Eu demorei anos a superar, ok? Por isso, desculpa, mas estou farta. Eu entrei, fui diretamente ao caixão, despedi-me, disse o que tinha a dizer e ninguém deu por mim (…) e eu não precisei de aparecer para sentir”.


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