Opinião

“Está a chegar a nossa vez”

Uma opinião da inteira responsabilidade do seu interveniente

Passados muitos meses, a Entidade para a Transparência, continua a aguardar pela autorização de António Costa para se instalar em Coimbra, e fazer cumprir o propósito da sua existência. Parece não ser prioridade, quando a OCDE classificou novamente Portugal, como o país da Europa, que menos luta contra a corrupção. A quem interessa?

Com maioria no hemiciclo, o PS impediu António Costa, Mendonça Mendes e o SIS de serem ouvidos na Comissão de Inquérito. Tudo normal, nos governantes que permitiram que mais de 200 fundações recebessem 50.000,000€ de entidades públicas. Revela auditoria da IGF, sem cumprirem todas as obrigações de transparência, em 2 anos, foram 427.000,000€. Os boys agradecem!

O SNS, trabalha há 8 meses sem ter regras de funcionamento aprovadas.

No planeamento do combate aos incêndios florestais, que deflagram no país com o aumento das temperaturas, e alguns, com mão criminosa, os Kamov alugados à Ucrânia continuam inoperacionais. Com a constante redução de meios, e veículos de bombeiros a operar com 36 anos, torna-se evidente a incompetência deste executivo de maioria absoluta, perante os indícios para nova tempestade perfeita.

No mesmo paraíso Socialista, depois da catastrófica tentativa do arrendamento coercivo, e das medidas marxistas de ataque ao alojamento local, o Governo tenta agora passar uma lei, que imponha a herdeiros um prazo máximo de 2 anos para aceitação de herança, ou fica para o Estado?

Isto, quando a Secretária de Estado da Habitação, Fernanda Rodrigues, esteve no exercício de funções governativas durante uma semana ilegal, pois, manteve-se sócio-gerente de uma empresa de construção após tomar posse. O marido detém outra empresa.

Depois da Ovibeja, os agricultores portugueses foram perentórios em afirmar “Ministra só entra se pagar bilhete”, Maria do Céu Antunes, soma mais um cartão vermelho, para o maior certame do país, a decorrer em Santarém. O que mais é preciso para o Primeiro-Ministro, perceber que não existe uma Ministra da Agricultura de verdade?

Esta semana, Marcelo Rebelo de Sousa, advertiu o Governo, “quando o poder entra em descolagem com o povo é mais fácil mudar o poder”; em paralelo, Luís Montenegro, afirmou que constata o PS “agarradinho” ao poder, mas avisa: “Está a chegar a nossa vez”.  Por sua iniciativa, e em convergência com a Comissão Política Nacional do PSD, Luís Montenegro, comunicou ao país que o partido retirou a confiança política a Joaquim Pinto Moreira. O partido tomou a decisão depois de o deputado ter informado o Parlamento que pretende retomar o seu mandato, suspenso desde 29 de março. Além disso, será aberta uma investigação interna à escola de candidatos autárquicos no concelho de Lisboa para as eleições locais de 2017, isto, no seguimento de uma série de reportagens de um canal televisivo, que tentou sem sucesso, colar a imagem que são todos iguais.

Continuo expectante, a aguardar pelo mesmo vigor, e com a mesma acutilância, que António Costa e o Largo do Rato, sejam confrontados sobre qual é a posição do PS, perante a fragilizada posição dos Ministro Duarte Cordeiro, e Fernando Medina, apanhados em escutas, no mínimo, com suspeições muito graves à cerca da idoneidade que é exigida, a quem tem a honra, de exercer cargos ministeriais ao serviço do país e dos portugueses?

O silencio do PS, do Primeiro-Ministro em concreto, e dos seus “notáveis”, depois do filme de terror de João Galamba, mantem os portugueses em suspense, se novamente, e com as prescrições de vários crimes, de que José Sócrates é arguido, se permanecerão impunes e sem serem assumidas as devidas responsabilidades políticas…

João Garrett Condelipes, vice-presidente do PSD de Alcochete, e membro da Comissão Política Permanente, Distrital do PSD de Setúbal


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