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Entidade Reguladora aponta falhas à CUF Almada na morte de menina de 12 anos

A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) atribuiu culpas à CUF Almada pela morte de Leonor, em dezembro de 2019.

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A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) analisou a morte de Leonor após ter tido alta da urgência da CUF Almada, e concluiu que esta unidade de saúde não garantiu “uma prestação de cuidados de saúde de qualidade”.

No fundo, a CUF Almada não fez tudo o que estava ao seu alcance para evitar a morte da menina de 12 anos, em dezembro de 2019. A ERS diz que que “a conduta da clínica não se revelou suficiente à garantia dos direitos e interesses legítimos da utente”.

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Leonor esteve duas vezes nos serviço de urgências e teve alta por duas vezes. Queixava-se de uma dor nas costas, mas os médicos garantiram que não era nada de grave. Segundo a ERS, foi apenas prescrita “medicação para as dores. A utente acabou por falecer, após ter sido encaminhada para o Hospital Garcia de Orta e ter sido diagnosticada uma, alegada, rutura do baço

A ERS refere que “a conduta da Clínica CUF Almada desrespeitou os legítimos interesses da utente, porquanto, não foram assegurados os cuidados de saúde de que necessitava, de forma permanente, efetiva e em tempo útil”.

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