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Política

Distrital do CDS-PP Setúbal defende novo Aeroporto na BA6 no Montijo

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Num comunicado enviado às redacções, assinado por João Merino, Presidente Comissão Politica Distrital de Setúbal do CDS-PP, afirma que se «junta ao CDS Montijo na defesa do novo Aeroporto Complementar de Lisboa e na defesa da adaptação da Base Aérea n.º 6 no Montijo».

O comunicado, intitulado «Na defesa da rápida adaptação da Base Aérea n.º 6 do Montijo em novo Aeroporto Complementar de Lisboa» o CDS-PP Setúbal frisa a necessidade de «encontrar uma solução que permita acomodar as necessidades resultantes do enorme aumento do tráfego aeroportuário na cidade de Lisboa é sobejamente conhecida» e relembra que o projecto para um novo aeroporto tem mais de 60 anos.

Apresentando depois dados técnicos sobre a utilização do Aeroporto Humberto Delgado, o CDS-PP ressalva que «a pressão a que se vem assistindo antecipou em mais de 10 anos as estimativas iniciais de evolução da procura» e que «todo este quadro implica perdas significativas para a economia».

Para a Comissão Distrital «estamos perante um projeto de interesse público, de dimensão nacional a que temos o dever de ter capacidade para dar resposta. E a resposta, está visto, tem de cumprir o requisito, provado, da urgência.

A solução de um único aeroporto, com a eliminação a prazo do atualmente existente, era obviamente uma boa opção.»

Acerca da construção de um novo aeroporto de raiz no Campo de Tiro de Alcochete, contrapõe questões relacionadas com «a incapacidade de executar a obra no tempo em que o país dela necessita», e também questões de âmbito económico- financeiro.

«Os custos associados à execução dessa infraestrutura aeroportuária única, e no Campo de Tiro de Alcochete, em conjunto com a execução das acessibilidades, fariam chegar esta solução a um custo estimado de 7,1 MM€, considerando 4,4 MM€ referentes à infraestrutura aeroportuária e 2,7 MM€ para as acessibilidades ao novo aeroporto.

Face a isto, conclui-se, não estarem reunidas condições no plano da urgência e no plano económico-financeiro para se poder avançar, agora, com a construção de um único novo Aeroporto de Lisboa, mesmo que faseado.»

Para a Distrital do CDS-PP Setúbal «Portela + 1 constitui a solução aeroportuária mais viável de modo a suprir a necessidade de dar resposta ao aumento da procura, uma vez que os trabalhos podem avançar rapidamente, com um custo estimado de 592,5 M€ – 559 M€ para a infraestrutura aeroportuária e 32,5 M€ para o acesso rodoviário, considerando a solução base.»

O comunicado relembra ainda que «em 2015, o Governo PSD/CDS-PP perante o estrangulamento de tráfego na Portela e depois de analisar todos os cenários conhecidos, tomou a decisão de fazer o prolongamento do aeroporto da Portela na Base Aérea nº6 no Montijo.

O governo seguinte da ‘Geringonça’ respeitou a decisão do governo PSD/CDS-PP, mas inexplicavelmente, demorou três anos a fazer o acordo com a ANA.»

Para os centristas do distrito «a adaptação do aeroporto militar para aeroporto civil (na solução Portela + 1), em conjunto com uma correta estratégia de desenvolvimento do distrito de Setúbal, abre uma janela de oportunidades para o Concelho de Montijo e todos os concelhos vizinhos, razão pela qual o CDS-PP no distrito de Setúbal e particularmente o CDS Montijo, defende a sua rápida implementação na defesa da visão estratégica e legado da decisão de 2015 do governo PSD/CDS-PP.»

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