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Da Saudade

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A saudade é assunto recorrente em contexto de psicoterapia e na vida quotidiana. Saudade do que e de quem se perdeu, saudade de um tempo ou contexto.

Associada à perda, temporária ou permanente, a saudade surge como nostalgia, quiçá melancolia, acompanhada até de sensações físicas, como aperto e/ou dor no peito.

Em estado de apaixonamento, a saudade surgirá mais acesa e dolorosa, acompanhada de uma perceção de tempo alterada. Para os apaixonados, “O amanhã é sempre longe demais”.

Como psicoterapeuta, diria que a saudade se constrói na presença. No bem-querer, no amor bem vivido, na partilha, na construção de momentos e memórias felizes.

Quem conhece o amor sente saudade, mas também o conforto da presença do Outro dentro de si, com ou sem corpo presente.

Ame-se, sempre em primeiro lugar, cuide-se e ame muito e bem o Outro. A saudade tornará eternos os momentos felizes. Evitará assim as saudades do que nunca teve e/ou nunca viveu.

Arrisque Ser Feliz! Aqui e Agora!

 

 


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