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CP alerta para perturbações na circulação nos dias 6, 7 e 8 de junho

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A CP publicou no seu site um aviso no qual informa que «por motivo de greve prevêem-se perturbações significativas a nível nacional em todos os serviços, nos dias 6, 7 e 8 de junho de 2021, com possível impacto nos dias anterior e seguinte ao período de greve, a 5 e 9 de junho».

Por terem sido decretados serviços mínimos, prevê-se a realização dos seguintes comboios: Alfa Pendular e Intercidades; Regionais e InterRegionais; Comboios Urbanos de Lisboa; Comboios Urbanos do Porto e Comboios Urbanos de Coimbra.

A CP adverte ainda que «no caso de transbordos rodoviários previstos por motivo de obras, no período de greve realizam-se apenas aqueles que substituem comboios constantes das listagens dos serviços mínimos».

Segundo a empresa «aos clientes que já tenham bilhetes adquiridos para viajar em comboios dos serviços Alfa Pendular, Intercidades, Internacional, InterRegional e Regional, será permitido o reembolso, no valor total do bilhete adquirido, ou a sua revalidação, sem custos».

Para mais informações, a CP disponibiliza a Linha de Atendimento – 808 109 110.

A greve vai ser cumprida por trabalhadores das bilheteiras e revisores da CP a partir deste domingo.

Em comunicado, o Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) aponta a greve nacional como a «última forma de luta face à recusa de diálogo e a inoperância, há vários meses, na resolução dos problemas dos trabalhadores por parte do Conselho de Administração da CP».

Os trabalhadores protestam contra a proposta de regulamento de carreiras apresentada pela CP, que dizem prever «um aumento da polivalência de funções e a junção e extinção de categorias profissionais, considerando que tal vai pôr em causa postos de trabalho presentes e futuros».

Reclamam também a melhoria do salário base, que atualmente está no limiar do salário mínimo nacional, e a reposição das perdas salariais sofridas pelos ferroviários operacionais que foram contagiados pela pandemia provocada pela covid-19, «bem como pelos que tiveram de cumprir confinamento profilático por estarem em contacto com colegas infetados».

O SFRCI acusa também a CP «de violação do acordo de empresa em vigor» e exige «a aplicação do acordo assinado com o Ministério das Infraestruturas em 2018, relativo à certificação do agente de acompanhamento».


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