Autárquicas 2021DestaqueSeixal 2021

Candidato do PSD Seixal ameaçado por políticos após mudar nomes de ruas: “Devíamos dar-lhes no focinho”

O deputado socialista José Magalhães e o vereador comunista de Odivelas, Rui Francisco, ameaçaram no Facebook o candidato dos sociais democratas ao concelho do Seixal.

- publicidade -

O PSD Seixal realizou uma ação de campanha para mudar os nomes de várias ruas do concelho, no sentido de acabar com o “atraso e sufoco comunista”, pois existe a “real necessidade de substituir nomes repetidos de ruas, uma queixa repetida dos munícipes do Seixal e que foi já alvo de uma recomendação ao executivo camarário aprovada em sede de Assembleia Municipal, mas nunca implementada”, disse o partido.

Ora, ao anunciar esta ação, o deputado socialista José Magalhães e o vereador comunista de Odivelas, Rui Francisco, ameaçaram no Facebook o candidato dos sociais democratas ao concelho do Seixal.

José Magalhães disse: “Uns cacetes terapêuticos não resolviam o problema?“. Já Rui Francisco escreveu: “Começo a acreditar seriamente que devíamos ir atrás destes pulhas e dar-lhes no focinho. Eu estou pronto. Se o PSD não se sabe comportar em democracia e se sistematicamente assumem essa postura do ‘fazemos o que queremos e insultamos quem quisermos’ a solução é mesmo partir-lhes a tromba“.

O PSD Seixal já informou que vai apresentar queixa-crime por ofensas à integridade física. Em relação à mudança de nome das ruas, as propostas são as seguintes:

A “Rua Primeiro de Maio” é agora “Rua 25 de Novembro”; a “Rua Movimento das Forças Armadas” mudou de nome para “Rua em memória das vítimas das FP-25”; a “Rua General Humberto Delgado” é agora a “Rua Major-General Jaime Neves; a “Rua Luís de Camões” ficou agora “Rua Manuel Maria du Bocage”; e a “Rua Júlio Diniz” transformou-se em “Rua Pedro Eanes Lobato”.

A iniciativa “é de um enorme simbolismo num concelho em que todos os anos existe uma festa em que são aplaudidos de pé representantes de alguns dos regimes mais sombrios do mundo, tais como o cubano, o venezuelano ou o norte-coreano. Nesta terra e nessa festa em específico ainda se faz a apologia do terrorismo basco e colombiano, por exemplo. O muro tem que acabar, o comunismo terá que cair”, pode ler-se no comunicado que o Diário do Distrito teve acesso.

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo