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Bombeiros de Pinhal Novo tomam posição pública após demissão do Comandante Luís Neto

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No passado dia 30 de Março, uma notícia publicada no site ‘Vida de Bombeiro’, dava conta de que o Comandante da Corporação dos Bombeiros do Pinhal Novo, Luís Neto, tinha apresentado a demissão, «por motivos pessoais», informação que constaria também numa comunicação afixada no quartel no dia 29 de Março.

Em carta aberta enviada ao Diário do Distrito e JCP e dirigida ao Presidente da Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros do Pinhal Novo, José Calado, datada de 2 de Abril e assinada por dezoito elementos do corpo de bombeiros, estes apresentam uma «tomada de posição relativa à demissão do Comandante do Corpo de Bombeiros» perante os órgãos sociais.

No documento, afirmam que «entendem este desfecho, que lamentam, como consequência da crescente quebra de confiança do Corpo Activo na pessoa do Comandante, em virtude de atitudes e decisões, de sua exclusiva responsabilidade, que não foram compreendidas nem poderiam ser aceites pela maioria dos bombeiros», referindo ainda que «o Comandante Luís Neto nem sempre avaliou correctamente e conduziu a uma situação insustentável de quebra de autoridade» o que terá levado ao seu «afastamento nos últimos meses».

Afirmando que não colocam «em causa a qualificação e competências profissionais do oficial», os assinantes consideram que a sua posição tem de ser tida em conta, «e que não se transmita a ideia simplista de que tudo não passa de um conflito pessoal entre Comandante e Presidente da Direcção».

Lamentam ainda os assinantes que «os poderes entre ambos se sobrepõem muitas vezes, num contexto nacional já por si difícil e institucionalmente instável, que não pode deixar de se reflectir internamente na gestão das corporações de bombeiros».

Terminam com a afirmação de que «o Corpo de Bombeiros de Pinhal Novo não é ingovernável, como já se provou ao logo dos seus 68 anos de história, e que o Comando em funções, os órgãos legítimos da Associação e a população podem continuar a contar com toda a nossa prontidão e operacionalidade».

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