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BE questiona o Governo sobre supressão de ligações fluviais da Transtejo/ Soflusa

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O Grupo Parlamentar do Bloco Esquerda questionou o Governo sobre as sucessivas supressões por parte da empresa Transtejo/Softlusa, com impacto nas ligações fluviais entre Almada e Lisboa, e solicitou esclarecimentos sobre a consequência da falta de resposta do mesmo aos requisitos operacionais de manutenção da qualidade do serviço público por parte da empresa.

«Importa notar que desde há alguns anos que o serviço prestado pela empresa Transtejo/Softlusa tem vindo a sofrer perturbações, supressões de carreiras, falta de pessoal e um profundo subfinanciamento no investimento necessário a aquisição e reparação de embarcações» explica o Grupo Parlamentar em comunicado.

«O número de viagens suprimidas, em especial em horas nas horas de ponta, tem sido fortemente prejudicial para os passageiros que necessitam de previsibilidade no cumprimento de horários.»

Para o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, o Governo deve integrar novos quadros de pessoal para substituir os trabalhadores em falta, combater a precariedade que ainda grassa na empresa e fazer avançar o acordo de revisão dos AE estabelecido, no passado dia 27 de dezembro, entre os sindicatos e a administração.

O Grupo Parlamentar questionou ainda o Governo, através do Ministro das Infraestruturas e da Habitação, qual o conhecimento que tem desta situação e como explica a supressão das ligações fluviais e a manutenção das políticas de subfinanciamento da Transtejo/Softlusa, com consequência na contratação de pessoal e na compra ou reparação de embarcações, para prejuízo da qualidade do serviço público.


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