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Banca prepara nova vaga de saídas e despedimentos de trabalhadores

Os grandes bancos estão a preparar nova redução do número de trabalhadores, numa ação que se iniciou com a última crise financeira, mas que em 2021 deverá atingir um novo pico, que vai passar por rescisões mas o BCP e o Santander Totta admitem mesmo avançar com despedimentos.

O BCP pretende uma redução de até 1.000 funcionários, e arrancou na semana passada o plano de redução de trabalhadores, com o banco a contactar cada um dos funcionários que quer que saia e a apresentar as condições da rescisão (desde logo valores das indemnizações), que podem ser por reformas antecipadas (para quem tem 57 anos ou mais) ou em rescisões por mútuo acordo, mas sem acesso a subsídio de desemprego.

No entanto o banco também já admitiu que poderá recorrer a ‘medidas unilaterais’ e, na semana passada, em reunião com sindicatos, falou mesmo em despedimento coletivo, indicando que abrangerá ‘todos os que não aceitem o processo de negociação’.

Também o Santander Totta admitiu recorrer a despedimentos, depois de no final de abril, ter acordado a saída de 68 trabalhadores e anunciado o despedimento de mais 100 a 150 funcionários ‘cujas funções se tornaram redundantes’, como os que trabalhavam em balcões que foram encerrados, e a quem foi proposta a saída mas que não aceitaram.

O Sindicato Nacional dos Quadros Técnicos Bancários organizou vários protestos contra os despedimentos, pedindo um programa de rescisões voluntárias faseado no tempo, sem pressões e com condições justas e equilibradas.


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