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Atribuição do Prémio Literário José Saramago adiada devido à pandemia

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O Prémio Literário José Saramago previsto para este ano foi adiado para 2022, devido às limitações impostas pela pandemia e que tem obrigado ao adiamento de lançamentos de novas obras, anunciaram os organizadores.

Deste modo, será possível também fazer coincidir a entrega do galardão com as celebrações do centenário de José Saramago, que terão lugar em 2022, anunciou a Fundação Círculo de Leitores, promotora do prémio, que tomou a decisão em articulação com a Fundação José Saramago.

O prémio Saramago é atribuído bienalmente, desde 1999, distinguindo uma obra literária no domínio da ficção, em língua portuguesa, por um escritor com idade não superior a 35 anos.

A última edição realizou-se em 2019, com a distinção do escritor Afonso Reis Cabral, na altura com 29 anos, pelo seu romance “Pão de Açúcar”.

O prémio tem um valor pecuniário de 25 mil euros, e visa celebrar a atribuição do Prémio Nobel da Literatura de 1998 ao escritor português José Saramago e, simultaneamente, promover a divulgação da cultura e do património literário em língua portuguesa, através do estímulo à criação e dedicação à escrita por jovens autores da lusofonia.

Desde que foi instituído, este prémio já distinguiu Paulo José Miranda, José Luís Peixoto, Adriana Lisboa, Gonçalo M. Tavares, Valter Hugo Mãe, João Tordo, Andréa del Fuego, Ondjaki, Bruno Vieira Amaral, Julián Fuks e Afonso Reis Cabral.

No final do ano passado, a RTP estreou uma série documental intitulada “Herdeiros de Saramago”, da autoria de Carlos Vaz Marques e Graça Castanheira, que retratava a vida e a escrita de todos os autores premiados.


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