Opinião

As máscaras caíram, será?

Uma crónica de Bruno Fialho

Era inevitável que o meu artigo de hoje fosse sobre o Decreto-Lei n.º 57-A/2022, o qual elimina a obrigatoriedade do uso de máscaras ou viseiras na utilização de transportes coletivos de passageiros, incluindo o transporte aéreo e ainda táxis e TVDE, bem como em farmácias e em locais em que tal seja determinado em normas da Direção-Geral da Saúde.

Por agora não vamos ter de suportar os “covidetratores” nos transportes públicos, que não aguentavam ver pessoas felizes, com saúde e sem máscara, principalmente as não vacinadas, como eu.


Mesmo perante todos os mais recentes dados da mortalidade, que provam que a inoculação experimental não funcionou, mas que os governos chamaram de vacina, o medo que incutiram nas pessoas nos últimos dois anos continua bem latente na maioria das pessoas.

Se fosse acreditar no que os “especialistas” a soldo dos governos e dos grandes grupos empresariais donos de laboratórios e farmacêuticas disseram durante dois anos, tecnicamente, eu já deveria estar morto, porque sem vacina da covid e a fazer uma vida normal durante a pandemia, é um “milagre” ainda andar por aqui.

Todavia, a agenda continua e nos últimos meses fomos brindados com novos vírus, o da macacada e o da tomatada, mas tiveram azar, o povo não caiu nesse logro.

Depois viraram-se para as alterações climáticas que existem desde sempre ou para as temperaturas altas, mas que são mais baixas do que algumas de há 40 anos.

Neste momento querem subjugar-nos pela fome, restringindo o acesso a recursos naturais, como a água, e aumentando os preços do cabaz de alimentos essenciais, do combustível, do gás e da electricidade.

A incoerência científica é gritante em demasiados assuntos: querem obrigar-nos a comprar carros eléctricos, que demoram horas a carregar, mas dizem que usar o ar-condicionado, que funciona a electricidade, é prejudicial para o meio ambiente.

Eliminam os carros dos centros das cidades, mas autorizam que atraquem navios que poluem mais do que milhares de carros a circular ao mesmo tempo.

Mas o facto mais idiota de todos é que, mesmo perante todas as incongruências, o PS venceu as eleições com uma maioria de 25% de votantes.

Isso é que deveria ser objecto de estudo, não vírus que têm uma taxa de sobrevivência de 99,8%. Por isso, eu digo, hoje caíram as máscaras, será


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