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Opinião

A Grande Bourla!

Uma crónica de Bruno Fialho.

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Caro leitor, se está a pensar que eu queria escrever Burla em vez de “Bourla” e que, provavelmente, foi cometido um erro de escrita derivado do aberrante acordo ortográfico ou algo similar, fique descansado, confirmo que quis mesmo escrever Bourla.

É que “Bourla” é o apelido do CEO da Pfizer, Alfred Bourla, o qual, no passado dia 2 de dezembro, em entrevista exclusiva à BBC, disse que “as pessoas provavelmente vão precisar de vacinação anual contra a covid-19 por muitos anos”.

Se a vacinação não correu como todos esperávamos, pois é a primeira vez na história das vacinas em que uma doença ou vírus não ficam erradicados através da vacinação e em que as restrições voltaram em força, ouvir da boca do CEO de uma das empresas que fabricam a “vacina milagrosa” que as pessoas terão de a tomar todos os anos, soa mesmo a BURLA!

Se a juntar a isto tudo, vemos que as Pfizer e companhia fazem lóbi para que as crianças de todo mundo sejam vacinadas contra um vírus que não as afecta, então já podemos dizer que estamos mesmo perante uma grande BURLA, que apenas resultou porque os Governos e a Comunicação Social propagaram um medo irracional nas populações.

E qual é o grande problema das burlas?

É que os burlados, muitas vezes, não denunciam ou admitem que foram burlados porque têm vergonha de admitirem que caíram no conto do vigário.

Desta forma, vamos acreditando nos CEOs das empresas que querem manter a vacinação anual, que provavelmente passará a semestral, porque, para eles, “o lucro comanda a vida”.

Se os Governos de todo mundo decidissem na suspensão das patentes das vacinas e, consequentemente, o lucro das empresas que as produzem, tenho a certeza de que, em menos de um mês, garantíamos o objetivo de imunizar toda a população mundial.

Agora, se você ainda acredita no Pai Natal, é natural que continue a defender acerrimamente os Governos que o tentam enganar e as empresas que produzem aquilo que as fará enriquecer de forma a poderem tomar de assalto os mesmos Governos corruptos que não as impedem de ter lucros incalculáveis à conta da saúde de todos nós.

E para quem está contra impedir o lucro destes monstros para salvar a saúde pública, relembro que quando foi para impedir que os médicos e enfermeiros saíssem do sector público durante meses, com a desculpa que seria para não prejudicar o SNS e salvarmos vidas, não houve uma única voz em desacordo.

Ou seja, o povo continua com a síndrome do Feudalismo, em que, hoje em dia, as empresas são equiparadas aos Senhores Feudais do antigamente, portanto, os servos jamais irão ousar beliscar esta “nova nobreza”, sujeitando-se a tudo o que ela quiser fazer.

Por último, mesmo depois deste relato, caso ainda continue a acreditar no Pai Natal ou, neste caso, nas empresas que fabricam as vacinas, peço-lhe apenas que leia muito sobre as consequências que as vacinas podem provocar nos vossos filhos e que se recordem de uma questão essencial: o vírus anda por aí há quase dois anos, não houve mortes por Covid-19 em crianças e no início os grupos mais vulneráveis não tinham a suposta protecção da vacina, então, para quê, dois anos depois, começar a colocar as crianças em perigo com uma vacina experimental, onde o CEO da maior empresa só fala de lucro?

Se parece uma Burla e até cheira a Burla, é porque deve ser mesmo uma Burla ou Bourla, conforme quiserem escrever

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