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Voluntários da Universidade de Coimbra ajudam no combate à pandemia

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 Cerca de 200 voluntários da Universidade de Coimbra ajudam no apoio à vigilância de doentes com covid-19 na região Centro, foi hoje anunciado.

A iniciativa pretende dar resposta “às necessidades dos serviços de saúde”, com especial atenção ao agravamento da situação epidemiológica, no âmbito da covid-19.

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Em Portugal, morreram 11.012 pessoas dos 653.878 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Os voluntários, na maioria finalistas da Faculdade de Medicina e de Farmácia, bem como docentes e investigadores, vão, em colaboração com o Departamento de Saúde Pública da Administração Regional de Saúde do Centro (ARS Centro), auxiliar a realização de inquéritos epidemiológicos, de modo a “cortar cadeias de transmissão da covid-19”, lê-se em nota enviada à agência Lusa.

A bolsa de Voluntários da Universidade de Coimbra (UC) foi formada em articulação com a Faculdade de Medicina, Faculdade de Farmácia, Centro de Neurociências e Biologia Celular e Instituto de Investigação Clínica e Biomédica de Coimbra da UC.

Os voluntários foram colocados ao dispor das autoridades de saúde em menos de 72 horas, a grande maioria tem “formação específica” e estão “a prestar já apoio a diversas unidades de saúde pública da Região Centro”.

O Reitor da UC, Amílcar Falcão, salienta as várias iniciativas de apoio que a Universidade de Coimbra tem prestado desde março de 2020, tal como a realização de análises – “o Laboratório de Análises Clínicas da UC já realizou dezenas de milhar de testes de diagnóstico da COVID-19 desde abril do ano passado”.

Amílcar Falcão salienta ainda outras iniciativas “através da investigação e na inovação, agregadas na plataforma UC Against Covid-19”.

“Queremos continuar a contribuir com o nosso conhecimento para a resolução dos problemas criados pela pandemia nas mais diversas áreas”.

João Pedro Pimentel, Diretor do Departamento de Saúde Pública da Administração Regional de Saúde do Centro, considera a iniciativa uma “mais-valia” no combate às cadeias de transmissão e uma ajuda na “redução da intensa procura dos serviços de urgência e internamento dos hospitais”.

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